1 de Junho de 1793 • Nasce Henry Francis Lyte autor do hino, “Abide with me”
Apresentação do hino “Abide with me”, autor: Henry F. Lyte, 1847, compositor: Eventide, William H. Monk, 1861.
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Apresentação do hino “Abide with me”, autor: Henry F. Lyte, 1847, compositor: Eventide, William H. Monk, 1861.
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Henry Francis Lyte (1 de Junho de 1793 - 20 de Novembro, de 1847)foi um poeta britânico, que escreveu vários hinos que se tornaram famosos.
Nasceu numa fazenda em West Mains, Ednam, perto de Kelso, na Escócia. A família era, no entanto, de Sommerset, no sul da Inglaterra. O pai era oficial da marinha. Em 1804 a família mudou-se para a Irlanda, que foi anexada pelo Reino da Grã-Bretanha em 1801. Em 1815 tornou-se pastor da Igreja Anglicana, e casou com uma senhora irlandesa chamada Anne. Por causa da saúde fraca dele o casal mudou-se para uma aldeia de pescadores no condado Devon, no ameno sul da Inglaterra.
O definhamento progressivo, causada por tuberculose flagelou-o por toda a vida. Depois de 1844 a doença tornou-se grave. Três semanas antes de morrer, em 1847, ele escreveu o hino mais famoso, Abide with me (Connosco fica), que se tornou o hino nacional da Inglaterra. Viajou ainda para Nice no sul da França, para combater a doença, mas morreu lá e foi enterrado na França.
Vários hinos dele foram traduzidos para outras línguas. Em português alguns são achados no hinário luterano da IELB, (Nº 212 e 403), no "Cantor Cristão" (13, 56 e 291), e no Hinário Adventista (397), entre outros. O hino "Abide with me" foi traduzido para o português várias vezes e é conhecido como "Connosco fica",[1] "Connosco assiste" ou "Comigo habita".
Hino "Abide with me"
Words: Henry F. Lyte, 1847.
Music: Eventide, William H. Monk, 1861
Abide with me; fast falls the eventide;
The darkness deepens; Lord with me abide.
When other helpers fail and comforts flee,
Help of the helpless, O abide with me.
Swift to its close ebbs out life’s little day;
Earth’s joys grow dim; its glories pass away;
Change and decay in all around I see;
O Thou who changest not, abide with me.
Not a brief glance I beg, a passing word;
But as Thou dwell’st with Thy disciples, Lord,
Familiar, condescending, patient, free.
Come not to sojourn, but abide with me.
Come not in terrors, as the King of kings,
But kind and good, with healing in Thy wings,
Tears for all woes, a heart for every plea—
Come, Friend of sinners, and thus bide with me.
Thou on my head in early youth didst smile;
And, though rebellious and perverse meanwhile,
Thou hast not left me, oft as I left Thee,
On to the close, O Lord, abide with me.
I need Thy presence every passing hour.
What but Thy grace can foil the tempter’s power?
Who, like Thyself, my guide and stay can be?
Through cloud and sunshine, Lord, abide with me.
I fear no foe, with Thee at hand to bless;
Ills have no weight, and tears no bitterness.
Where is death’s sting? Where, grave, thy victory?
I triumph still, if Thou abide with me.
Hold Thou Thy cross before my closing eyes;
Shine through the gloom and point me to the skies.
Heaven’s morning breaks, and earth’s vain shadows flee;
In life, in death, O Lord, abide with me.
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