… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 23 de abril de 2017

23 de abril de 33 • Foi neste dia que Cristo ressuscitou dos mortos?


23 de abril de 33Foi neste dia que Cristo ressuscitou dos mortos?
Elas interrogavam-se como iriam elas rodar a pedra?! Imaginai a sua surpresa quando descobriram que a pedra estava rodada e...

Muitos estudiosos creem que Cristo morreu e ressuscitou dos mortos em 30 d. C. Mas muitos mais preferem uma data no ano de 33, e isto apesar de haver defensores de várias outras datas que também podem ser apontadas. Se os eventos registados nos Evangelhos ocorreram em 33 d. C., então este dia, 23 de abril de 33 d. C. é a data provável para a Ressurreição de Cristo.

Nenhum outro evento como este foi registado na história. O significado da Páscoa é de tirar o fôlego. De facto, o testemunho dos Apóstolos e dos crentes através dos tempos é que, sem a Ressurreição, não haveria Cristianismo. A cruz de Cristo não faz sentido sem a Sua recuperação para a vida triunfante. Foi a Ressurreição, que explicou a Sua morte como um sacrifício pelos pecados. Foi a Ressurreição que justificou os Seus ensinamentos: Ele não era mentiroso. É a Ressurreição que nos dá a esperança de uma nova Vida, Vida eterna: como Cristo ressuscitou, assim também nós ressuscitaremos. É o facto que os Apóstolos e a Igreja primitiva exibiam constantemente, como a reivindicação da sua mensagem. É a mais antiga doutrina cuja origem pode ser investigada na primitiva liturgia cristã. Mesmo notáveis estudiosos anticristãos admitem que a Igreja primitiva comemorava a Ressurreição como um facto, todavia, muitos desses mesmos estudiosos esperavam mostrar que a Igreja estava errada na sua crença.

Os registos que temos dizem-nos que Cristo foi sepultado. O Seu túmulo foi selado e guardado por soldados. Sobre a madrugada do primeiro dia da nova semana (domingo), um terramoto sacudiu o túmulo. Os guardas caíram sem sentidos. Um anjo rodou a pedra. Algumas mulheres seguidoras de Cristo estavam a caminho do túmulo para ungir o Seu corpo. Elas interrogavam-se como iriam elas rodar a pedra. Imaginai a sua surpresa quando descobriram que a pedra estava rodada e o corpo tinha desaparecido! Elas pensaram que o corpo de Cristo tinha sido removido e colocado noutro lugar. Chorando, uma delas perguntou a um jardineiro se ele sabia onde o corpo havia sido posto. Nesse momento, ela reconheceu o “jardineiro” como sendo o próprio Jesus.

As mulheres correram de volta para contar o acontecido aos Discípulos. Pedro e João correram ao sepulcro. Tudo era como as mulheres tinham dito. Um anjo assegurou aos Discípulos que Cristo tinha ressuscitado. Depois disso, Jesus apareceu várias vezes aos Seus Discípulos (às vezes passando através de paredes) e ao seu irmão Tiago. Paulo enumera uma série de aparecimentos, incluindo um a mais de 500 pessoas ao mesmo tempo. “E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo,” escreveu Paulo na sua Primeira Carta aos cristãos de Coríntio. (1Co 15:8, ARC, Pt)

Todos os argumentos contra a Ressurreição devem levar em linha de conta o testemunho ocular dos primeiros Discípulos, a grande Igreja que surgiu a partir do testemunho dado por eles, o testemunho de vidas transformadas em todo o mundo, e o sepulcro vazio. A moderna Matemática Dimensional, (pelo menos!!!), sugere a plausibilidade das aparições de Cristo.

A Igreja Cristã tem insistido que a vida cristã seria impossível sem a Ressurreição de Cristo porque através dela Cristo removeu o aguilhão da morte de todos aqueles que creem nEle.


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Fontes Utilizadas:
Vários “Sítios” e enciclopédias na Internet e ainda algumas obras em papel.
Respigado daqui e dali.

Carlos António da Rocha

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