… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

14 de outubro de 1876 • Ironside posto de lado, como morto, à nascença


14 de outubro de 1876 Ironside posto de lado, como morto, à nascença
Muito vivo, apesar das aparências
Desde o princípio que era óbvio que Deus tinha planos especiais para a vida de Henry Allen Ironside. No próprio dia do seu nascimento, no dia de hoje, 14 de outubro de 1876, Deus obrou um milagre.

O médico que assistia ao parto, pensou que o bebé tinha nascido morto. Por conseguinte, dedicou-se totalmente a cuidar da sua mãe, a qual pela sua enfermidade se encontrava em perigo de vida. Quarenta minutos depois, uma enfermeira descobriu um leve pulso no bebé. Imediatamente o médico virou-se para o recém-nascido, tratando-o até ele ficar fora de perigo de vida.

Dois anos mais tarde, Henry, que seria conhecido com o diminutivo de Henry, Harry, teria um irmãozinho, a que chamaram John William Ironside, Júnior. Quando o pequeno John tinha apenas três semanas de vida, faleceu-lhes o seu pai, vítima de febre tifóide.

Henry Ironside procedia de um lar piedoso. Desde a mais tenra idade aprendeu o que era confiar completamente em Deus para a provisão de cada necessidade. As Escrituras começaram a ocupar um lugar de importância na sua vida. O seu pai tinha sido conhecido pela alcunha de "Senhor Eternidade". Havia ganho essa apelido depreciativo porquanto amiúde detinha as pessoas na rua, e perguntava-lhes francamente: "Amigo, aonde é que você passará a eternidade?"

Tendo enviuvado aos vinte e seis anos de idade, Sofia Ironside viu-se na necessidade de trabalhar como costureira para sustentar a sua família. Deus abençoou os seus esforços, pelo queao fim de pouco tempo ela tinha tanto trabalho que se viu obrigada a empregar várias pessoas no seu negócio.

Ao princípio, depois da morte do pai, contudo, houve dias em que a família carecia de comida suficiente para se alimentar. Em certa ocasião a sua mãe, Sofia Ironside, disse aos seus filhos que se sentassem à mesa e que pedissem a bênção de Deus para os mantimentos. Os mantimentos? Que alimentos? Não os havia. Tinham somente água. Assim que a Sra. Ironside deu graças a Deus pela água, e Lhe pediu que lhes provesse um pouco de pão, mal acabava de pronunciar o "Ámen", quando ouviram que alguém lhes batia à porta. Um senhor, cuja esposa lhe devia dinheiro duns trabalhos de costura, trazia-lhe duas arrobas de batatas como pagamento do trabalho. A Sra. Ironside apenas necessitou de dois minutos para pôr as batatas na panela! Deus havia provido comida para a família!.H. A. Ironside, como ficaria conhecido o nosso biografado de hoje, viu muitos milagres desta índole enquanto o negócio da sua mãe se iniciava e ia crescendo.

Aos três anos de idade, Harry começou a aprender de cor algumas passagens bíblicas. Aos catorze anos já tinha lido a Bíblia toda pela décima quarta vez, embora ainda não tivesse aceite Cristo como seu Salvador pessoal.

Harry Ironside nasceu na cidade de Toronto, no Canadá. Quando tinha dez anos, toda a família, quer dizer Harry, o seu irmãozito John, a sua mãe e seu tio, foram para Los Angeles, na Califórnia, nos Estados Unidos da América. Aí Harry ficou admirado dando-se conta de que muitas pessoas não respeitavam o domingo como o Dia do Senhor. Viu muitos bêbados; viu que as pessoas jogavam nas lotarias de azar, e que havia muitos pecados na cidade. Como resultado destas observações, o jovem Ironside decidiu reunir as crianças da vizinhança, e organizar uma escola dominical para elas. Ordenou aos miúdos que recolhessem todos os sacos de cânhamo que pudessem encontrar. Com as meninas organizou um clube de costura e elas coseram os sacos de cânhamo uns aos outros, unindo-os para fazer um grande toldo, no qual cabiam à vontade cerca de uma centena de pessoas.

Não havia outro professor, assim Harry dava as aulas debaixo daquele toldo. Durante o primeiro ano cerca de sessenta pessoas assistiram a esta escola dominical. Não obstante, apesar de ser o organizador desta escola, Harry Ironside ainda não tinha a certeza se tinha recebido a Cristo como seu Salvador pessoal.

Devido a que se criara num lar cristão Harry Ironside estava convencido de que cada pessoa devia conhecer a Bíblia, e cria também que devia ser missionário entre os seus vizinhos, com o fim de lhes ensinar a Palavra de Deus. Sentia-se orgulhoso da sua religião e dos seus conhecimentos bíblicos, devido a que outras pessoas sabiam muito pouco em relação a ele, quanto à Palavra de Deus.

Quando Harry tinha doze anos de idade, o evangelista D. L. Moody foi fazer a Los Angeles uma campanha de evangelização. Uma noite, o jovem Ironside chegou tarde à reunião de evangelização. Não havia nem um só lugar vago. Então Harry subiu para a segunda galeria, e aí sentou-se sobre uma viga, encontrando-se muito longe do pregador. Entretanto, sentiu-se profundamente comovido com a mensagem de Moody. Quando Ironside ouvia pregar Dwight L. Moody, apenas um grande desejo enchia o seu ser: "O de vir a ser algum dia um pregador como ele, e trazer almas a Cristo". Mal sabia ele nesse momento, que um dia, ele mesmo viria a ser pastor da igreja fundada pelo próprio D. L. Moody!

Naquela noite, Harry ainda não era crente, porém impressionaram-nos várias coisas da pregação de Moody. O evangelista falou durante uns trinta e cinco minutos; citou muitas passagens bíblicas, e usava como ilustrações relatos simples e ternos. Fazia insistência na importância da pessoa ter uma fé definida e pessoal no Senhor Jesus Cristo como seu salvador.

Numa noite de fevereiro de 1890, depois de assistir a uma festa, Harry Ironside repentinamente deu-se conta da sua urgente necessidade de aceitar o Salvador. Veio-lhe à mente uma pergunta que lhe havia feito um ministro: "Não estás pondo o carro à frente dos bois?" Quando Harry lhe perguntou que é o que ele queria dizer com isso, o ministro explicou-lhe que ele, Harry, estava ensinando a Bíblia, e fazendo uma obra religiosa, sem sequer ter aceite Cristo como seu Salvador. Harry deu-se conta, como nunca antes o fizera, da sua grande culpa diante de Deus, da negrura dos seus pecados, e da dureza do seu coração por ter recusado confiar em Cristo. Assim que lhe foi possível, regressou rapidamente a sua casa, porque ele queria estar a sós no seu quarto. Aí, aos catorze anos, no seu quarto, Harry Ironside orou, pedindo: "Senhor, salva-me!"

Desde o momento da sua conversão Harry Ironside foi impulsionado pelo desejo de testemunhar da sua conversão a outras pessoas. Harry Ironside deu o seu primeiro testemunho três dias depois, num culto ao ar livre, celebrado pelo Exército de Salvação. Enquanto escutava um capitão do Exército de Salvação a dar o seu testemunho, Harry ansioso por dar o seu testemunho publicamente, mal este senhor acabara de falar, aproximou-se, e pediu-lhe: "Sr. Capitão, permite-me que dê o meu testemunho?".

O capitão do Exército de Salvação perguntou-lhe se ele era salvo.

"Sim" respondeu-lhe Ironside.

"Como sabes?", voltou a perguntar o oficial.

"Porque aceitei o Senhor Jesus Cristo como meu salvador".

"Desde quando?"

"Há três dias!"

"Adiante, então!" Disse-lhe o capitão, e H. A. Ironside fez isso precisamente.

Lendo em Isaías 53:6: "Todos nós andamos desgarrados como ovelhas", e partindo deste versículo, Harry Ironside pregou o seu primeiro sermão depois de se haver convertido. No dia seguinte trouxe o seu primeiro convertido ao Senhor. O homem convertido era um senhor negro, de uns sessenta anos de idade, e que tinha escutado o testemunho do jovem pregado. Depois tinha-lhe feito várias perguntas, o que o jovem cristão usou como ponto de partida para falar com ancião sobre a necessidade da sua alma, e trouxe-o para os pés de Cristo. O ancião nunca esqueceu esta experiência. Com o passado do tempo, tinha ele o bom hábito de acompanhar Harry aonde quer que ele fosse pregar, e dizia com ‘orgulho’: "Amigos, este rapaz é o meu pai espiritual!"

Apesar de que já tinham passado quatro dias desde a sua conversão, Harry Ironside ainda não tinha contado à sua mãe acerca da sua conversão. Uma noite, indo ela para um culto numa missão, na qual tocava o órgão, perguntou a um homem se ele queria conhecer Cristo como seu salvador. O homem respondeu-lhe que ia a caminho, para escutar o "jovem pregador", que estava pregando na rua acima. Quando a Sra. Ironside soube que o " jovem pregador" era o seu próprio filho, inquietou-se. Nessa mesma noite falou com o seu filho, e ele respondeu-lhe: "Só dava meu testemunho".

"Mas ninguém tem o direito de fazer isso se não é salvo", objetou a Sra. Ironside.

"É que já sou salvo, Mamã", respondeu o jovem, e logo passou a contar-lhe a sua experiência de conversão.

Por aqueles dias, a Sra. Ironside casou-se de novo. William D. Watson tornou-se assim no padrasto de Harry e John Ironside, e sempre tratou os dois rapazes com extrema bondade. E fez tudo o que lhe foi possível para levar Harry a continuar os seus estudos, insistindo com ele para que completasse não só a escola secundária, mas também que fosse estudar na universidade.

Entretanto, Harry estava convencido de que deveria achar algum emprego e, ao mesmo tempo, pregar. Se bem que nunca tenha frequentado formalmente uma universidade, procurou instruir-se a si mesmo por meio da leitura de muitos livros proveitosos. Lia avidamente, e desde tenra idade possuía já uma apreciável biblioteca.

Um exemplo da sua energia e diligência mentais durante aqueles seus anos juvenis, pode ser visto no acerto que fez com um médico chinês. Reuniam-se semanalmente durante duas horas, o médico ensinava-lhe o idioma chinês, e Harry, por sua vez, ensinava-lhe o inglês.

Pouco tempo depois da sua conversão, Harry uniu-se ao Exército de Salvação. Dentro de pouco foi promovido ao posto de sargento, sendo segundo comandante, e ficou sendo responsável pela obra infantil no Exército de Salvação. Quando Harry fez os dezasseis anos, motivaram-no para que frequentasse o Instituto de Preparação do Exército de Salvação, a fim de que ele se preparasse adequadamente, e assim pudesse ser promovido plenamente ao grau de oficial. Por conseguinte, deixou o seu trabalho como fotógrafo, para matricular-se no Instituto do Exército de Salvação, em San Diego, na Califórnia; e depois de ter completado os seus estudos com bom aproveitamento foi promovido a tenente, na dita organização. Depois de trabalhar com eles durante uns seis anos, Harry Ironside uniu-se aos Irmãos Plymouth.

Em 5 de janeiro de 1898, Harry Alan Ironside casou-se com Elena Georgina Schofield, a qual tinha sido capitã no Exército de Salvação, e havia acompanhado o canto ao piano em muitos dos serviços de pregação em que Ironside tinha tomado parte. Harry e Elena passaram dias muito difíceis, porquanto os seus rendimentos eram poucos. Elena não estava acostumada a tal vida. Tinha sido criada num lar da classe média norte-americana, e estava habituada a ter muitas das coisas que Harry não tinha possibilidade de lhe dar. Muitas vezes tiveram eles de exercer fé em Deus para a provisão do seu pão quotidiano. A vida não lhes era fácil, e houve ocasiões em que a despensa estava totalmente vazia.

Certo dia, recebendo eles a visita da mãe de Elena, esta notou que eles serviam uma refeição de feijão três vezes por dia. A jovem recém casada teve de explicar, dizendo: "É que Harry gosta muito de feijões". Para não ofender a sua sogra, Harry Ironside começou a pedir ao Senhor que "quebrasse a monotonia," e que lhes provesse alguma outra coisa diferente para comerem. Nesse mesmo dia, um ancião escocês deu-lhe de presente um dólar de prata. Sem tardança, Harry apressou-se a comprar víveres, e dessa vez não comprou feijões!

Os problemas e as dificuldades amontoaram-se sobre Harry aquele ano. Inteirou-se de que a sua mãe estava gravemente doente, pelo que decidiu mudar-se para junto dela, indo viver para casa ela, a fim de a ajudar a cuidar de Lilian, a sua pequena meia irmã. Contudo, apesar da sua ajuda e amparo, a sua mãe depressa partiu para estar com o seu Senhor. Foi uma perda que Harry sentiu profundamente.

Ao ano seguinte Deus abençou o lar de Harry e de Elena com um filho, a que chamaram Edmundo Enrique. Já tinha tomado a seu cargo a Lilian, a qual tinha então cinco anos, assim, havia, portanto, duas crianças no seu lar. Entretanto, pouco tempo depois, um outro jovem casal cristão tomou a seu cargo a criação da pequena Lilian.

Não muito tempo depois, chegou-lhes a notícia de que o pai de Elena havia falecido. Ironside e a sua esposa decidiram viajar para casa da sua mãe o mais rápido possível, mas enfrentaram-se com um sério problema: não tinham dinheiro para as passagens. Aconteceu que poucos momentos antes de que o comboio partisse, um amigo que tinha ouvido da morte do pai de Elena, deu-lhes o dinheiro para os bilhetes da passagem, a fim de que ambos pudessem realizar a viagem para assistir ao enterro do padrastro de Ironside.

Em 1905 Deus abençou o lar dos Ironsinde com um segundo filho, a que chamaram John Schofield. Até então, Elena tinha viajado com o seu marido nas suas viagens de evangelização; mas agora via-se obrigada a ficar em casa com os filhos. Por esse tempo Harry estava recebendo cada vez mais e mais convites para levar a cabo reuniões de evangelização, de maneira que o seu ministério itinerante de pregador ia crescendo.

Além do ministério da pregação, também se dedicava a escrever, e Deus abençoou abundantemente este seu ministério. A venda dos seus livros era admirável. O dinheiro que recebia dos seus direitos de autor voltava-o ele a investir na produção de mais livros. Desta maneira podia dar de presente alguns exemplares dos seus livros a missionários, ministros e estudantes, e ao mesmo tempo, podia contribuir com algum dinheiro para o fundo de literatura que era produzida pela Companhia Ocidental de Livros e Tratados, da qual ele era presidente. Nunca H. Ironside.recebeu qualquer dinheiro a que tinha direito, dos direitos de autor, das vendas de nenhuma das suas obras.

Em 1911, outra porta para testificar de Cristo se abriu para H. Ironside. Esta foi a obra entre os autóctones da América do Norte. Durante cerca de doze anos, ou possivelmente mais, passou ele dois meses do verão, em cada ano, entre os índios no Arizona, no sudeste de Califórnia e no Novo México. Nesse lugar encontrou um povo preparado para aceitar o Evangelho pelo que teve a oportunidade de visitar muitas aldeias e povoações de muitas tribos diferentes e aí testificar-lhes poderosamente da graça do amor redentor do Salvador.

Em 1924 Ironside aceitou pregar numa conferência, promovida pelo Instituto Bíblico Moody. Pouco depois, ocupava ele grande parte do seu tempo nesta tarefa, indo duma região para outra dos Estados Unidos, ensinando nestas conferências bíblicas.

Durante aqueles anos ocorreram grandes mudanças na família Ironside. Edmundo entrou no exército durante a Primeira Guerra mundial, e ao mesmo tempo, casou-se com Mabel Guthrie. Em 1920 nasceu-lhes uma filha, a que chamaram Lilian. Mas pouco tempo depois a jovem mãe adoeceu com gravidade. Por conseguinte, depois de nascida, a pequena foi recebida em casa do seu avô, Harry Ironside. Algum tempo depois, os avós adotaram-na legalmente. A esposa de Edmundo morria pouco depois, vitima de tuberculose.

Enquanto isso John, que até então tinha sido um bom cristão, sofreu um escorregão espiritual durante o seu último ano de estudos na universidade de Califórnia. O seu pai e a sua mãe sentiam-se muito afligidos, por acusa das dúvidas que John tinha em relação às coisas espirituais. Mas graças a Deus, algum tempo depois, John e a sua esposa entregaram-se ao Senhor, e logo foram estudar para o Instituto Bíblico Moody, graduando-se em 1941.

Em três ocasiões diferentes Harry A. Ironside celebrou serviços na bem conhecida Igreja Memorial Moody, de Chicago, a qual chegaria a pastorear posteriormente. O pastor, o Dr. P. W. Philpott, tinha apresentado a sua renúncia, e a Igreja pediu a H. Ironside que aceitasse o pastorado. Ele assumiu a dita responsabilidade em março de 1930.

Já naquele tempo a universidade de Wheaton, no Illinois, lhe tinha conferido o grau honorífico de doutor. Ironside esteve como pastor na Igreja Memorial Moody, de Chicago, durante dezoito anos, apresentando a sua renúncia em 1948. Durante este seu longo pastorado nesta Igreja viajou muito, tendo pregando em muitas Igrejas nos Estados Unidos, no Canadá, e nas Ilhas Britânicas.

Harry A. Ironside, cuja vida era um milagre de Deus, foi um instrumento muito eficaz nas mãos dEle, para pregar, ensinar e escrever a muitos homens e mulheres em todo mundo. Depois de deixar a sua igreja, Ironside passou a viajar por muitos países, de cidade em cidade, por muitas igrejas, pregando o Evangelho de Cristo com toda a fidelidade. Escreveu mais de sessenta livros; alguns dos quais eram as suas mensagens que pregava no púlpito, outros eram as suas notas, outros as suas conferências, ou os seus comentários sobre os livros da Bíblia. Algumas das suas obras estão já traduzidas em português.

Henry (Harry) A. Ironside após um ataque cardíaco morreu em Cambridge, Nova Zelândia, em 15 de janeiro de 1951, enquanto realizava uma campanha de pregação e de evangelização. Tal como ele mesmo o pediu, os seus restos mortais foram sepultados naquele mesmo país, em Auckland.

H. A. Ironside foi posto de lado como morto quando nasceu, neste dia, 14 de outubro de 1876, em Toronto, no Canadá. A sua mãe estava em mau estado de saúde, pelo que precisava de toda a atenção do médico que assistia ao parto para continuar com vida. Todavia, Deus tinha grandes planos para o "bebé" morto. Uma enfermeira detetou-lhe uma batida de pulso muito fraquinha. Então, muito rapidamente ela deu-lhe um banho de água quente, o que fez com que ele rapidamente exercitasse as cordas vocais que iriam anunciar solenemente a Cristo talvez a mais de um milhão de ouvintes ao longo da sua vida! Ao nascer, Harry Ironside parecia estar morto. Na morte, tornou-se vivo, pois sabemos que ele entrou na Vida Eterna.

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Fontes Utilizadas:
Vários “Sítios” e enciclopédias na Internet e ainda algumas obras em papel.
Respigado daqui e dali.

Carlos António da Rocha

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