… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

21 de dezembro de 1795 • Robert Moffat deu um enorme testemunho do Evangelho na África do Sul



21 de dezembro de 1795 Robert Moffat deu um enorme testemunho do Evangelho na África do Sul
Robert Moffat, óleo pintado por William Scott, 1842, no National Portrait Gallery, Londres

Robert Moffat nasceu neste dia, em 21 de dezembro de 1795, em Ormiston, na Escócia, e desde criança que teve inclinações espirituais. Contudo, só aos 17 anos é que nasceu de novo, e logo se mostrou interessado pelas missões.



Em 31 de outubro de 1816 a “The London Missionary Society”, relutantemente, enviou-o para a Cidade do Cabo, na África do Sul, crendo que ele estava impreparado para a missão. Depois de lá chegar, Robert Moffat foi primeiramente para Namqua Land, onde foi ajudado por Afrikaner, um chefe autóctone que entretanto fora convertido pelo seu testemunho.



Quatro anos mais tarde, Robert casou-se com Mary Smith, que viajara de Londres. Em 1820, ano do seu casamento, mudou-se de Namqua Land para Lattakoo. Cinco anos mais tarde, em 1825, o casal estabeleceu-se em Kuruman, em Bechuanaland, onde eles montaram o seu quartel-general durante os próximos 45 anos de trabalho missionário.



Os Moffat regressaram a Inglaterra em 1839 e aí se mantiveram ocupados até 1843, promovendo a causa das missões na África do Sul, ensinando na sua organização missionária e traduzindo os Salmos para uma das línguas autóctones daquele país do Sul da África.



Robert Moffat inspirou David Livingstone (1813-73) a ir como missionário para a África. Em 1845 Livingstone casou-se com Mary, filha de Robert Moffat.



Em 1843 o casal Moffat regressou para a África do Sul para o seu campo missionário em Kuruman



Em 1857 Robert Moffat acabou a tradução da Bíblia para uma das línguas autóctones, a língua chuana, (bechuana, sechuana), que foi publicada em Londres em 1872, e foi revisada em 1890.



Robert Moffat e Mary, a sua esposa, serviram como missionários até que faltando-lhes a saúde, se viram forçados a retirarem-se do seu campo missionário. Depois de 53 anos em África, com apenas um período de ausência durante os anos de 1839 a 1843, os Moffat regressaram definitivamente a Inglaterra em 1870.



Eles haviam passado por tragédias graves, especialmente a morte dos seus dois filhos mais velhos no espaço de poucos meses em 1862, mas a obra do Senhor continuava avançando. Havia vários pastores nativos trabalhando ativamente e também o seu filho John, que se juntara a eles em Kuruman, se achava preparado para se encarregar da direcção da missão. A partida de Robert e de Mary Moffat da missão de Kuruman foi triste e talvez um erro infeliz. Kuruman fora o único lar que eles conheceram durante mais de meio século, e a sua adaptação à Inglaterra depois do seu regresso tornou-se difícil, especialmente para Mary, que morria poucos meses depois. Moffat que viveu ainda durante mais 13 anos, tendo partido para a Glória em 9 de agosto de 1883, em Leigh, na Inglaterra, foi entretanto, viajando pelas Ilhas Britânicas desafiando tanto adultos como jovens com as tremendas necessidades espirituais do continente negro.



Em 1872 Robert Moffat foi honrado com um doutoramento em teologia pela Universidade do Edimburgo e com um donativo de cinco mil libras dos seus amigos.



Enquanto esteve no campo missionáro, Moffat traduziu a Bíblia em Sechvana. Ele também é autor dum livro de hinos, o Book of Hymns in Chuana” (Mission Press, Kuruman, 1838) e publicou dois livros de ensino para o uso missionário na África do Sul, o “Missionary Labours and Scenes in Southern África” (Londres, 1842) e “Rivera of Water in a Dry Place, being an Account of the Introduction of Christianity into South Africa, and of Mr. Moffat's Missionary labours.” (1863).



Robert Moffat e Mary, a sua esposa, que compartilhou dos seus trabalhos e perigos, foram os pioneiros da obra missionária na África do Sul, sendo amigos fiéis dos autóctones. A sua ação como missionário teve uma influência significativa na África do Sul, durante mais de um século. Todavia, mesmo durante a sua vida ele foi ofuscado pelo seu famoso genro, sendo normalmente mencionado como o “sogro de David Livingstone.”



Robert Moffat, não obstante, deu um enorme testemunho do Evangelho na África do Sul e demonstrou como missionário ser um organizador capaz. Foi evangelista, tradutor, educador, diplomata e explorador, combinando eficazmente todos estes papéis, sendo por isso, um dos missionários cristãos mais operativos de todos os tempos na “vinha do Senhor” em África.

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Robert Moffat! O grande missionário e pregador que serviu a Deus como pioneiro no grande continente africano, onde levou muitas almas aos pés do nosso amado Senhor Jesus!


Robert Moffat foi um missionário congregacional escocês na África.Robert Moffat nasceu em 21 de dezembro de 1795, em Ormiston, Escócia. Ele veio a ser um famoso missionário presbiteriano na África do Sul. Convertido aos 17 anos, logo ele se mostrou interessado em missões. Em 1816 a “The London Missionary Society” relutantemente enviou-o para a Cidade do Cabo, na África do Sul, crendo que ele estava impreparado para a missão. Quatro anos mais tarde, ele casou com Mary Smith, que veio de Londres. O casal estabeleceu-se em Kuruman, em Bechuanaland, em 1825, onde eles estabeleceram o seu quartel-general durante os próximos 45 anos de trabalho missionário. Eles regressaram a Inglaterra em 1839-43, promovendo a causa de missões na África. Moffat inspirou David Livingstone (1813-73) a ir. Em 1845, Livingstone casou com Mary, filha de Moffat. Robert Moffat e a sua esposa serviram como missionários até que faltando-lhe a saúde, se viram forçados a retirarem-se do seu campo missionário em 1870. Enquanto esteve no campo missionáro, Moffat traduziu a Bíblia em Sechvana (uma das línguas autóctones). Ele também é autor dum livro de hinos e publicou dois livros de ensino para uso missionário na África do Sul. Robert Moffat passou a estar com o Senhor nas Suas mansões eternassem 9 de agosto de 1883.


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Fontes Utilizadas:

Vários “Sítios” e enciclopédias na Internet e ainda algumas obras em papel.

Respigado daqui e dali.

Carlos António da Rocha

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