… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 9 de maio de 2017

9 de maio de 1760 • Morte do Conde de Zinzendorf, em Herrnhut

9 de maio de 1760Morte do Conde de Zinzendorf, em Herrnhut

Zinzendorf no seu leito de morte, miniatura cinzenta encontrada num livro de recordações da sua neta, Anna von Schweinitz, nascida von Watteville (1754-1813)
Neste dia, em 9 de maio de 1760, o Conde Zinzendorf, o líder e fundador de um movimento missionário mundial, deu o seu último suspiro e juntou-se à caravana dos adoradores do Cordeiro no Seu trono. 


Quando Zinzendorf estava deitado na sua cama, morrendo lentamente, a paz que lhe foi dada pelo Cordeiro deu-lhe força até ao fim. As suas últimas palavras nesta terra foram ditas ao seu genro: 


"Bem, meu querido Johannes, agora eu vou para o Lar. Estou pronto e estou de bem com o meu Senhor e Ele está satisfeito comigo. Ele não precisa de mim aqui por mais tempo, e por isso estou pronto para passar a ser pertença dEle. Nada impede que assim seja." 


Naquele dia centenas de morávios estavam apinhados no seu quarto e nos quartos ao redor para assistirem à passagem do seu amado líder em busca do Lar Celestial. Ele sorria e tentava cumprimentar a todos, mas estava realmente muito fraco para falar. Alguém na sala começou a orar solenemente: "Senhor, deixa agora que o Teu servo parta em paz. O Senhor te abençoe e te guarde; O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; O Senhor sobre ti levante o Seu rosto, e te dê a paz." Assim que esta oração tranquila acabou de ser feita no quarto, Zinzendorf ajustou a cabeça no travesseiro, fechou os olhos, e passou para a gloriosa presença do Cordeiro que foi morto.



Nikolaus Ludwig von Zinzendorf und Pottendorf, Conde Imperial de Zinzendorf e Pottendorf (26 de maio de 1700 - 9 de maio de 1760), foi um reformador religioso e social alemão e bispo da Igreja Morávia, nasceu em Dresden.


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Fontes Utilizadas:
Vários “Sítios” e enciclopédias na Internet e ainda algumas obras em papel.
Respigado daqui e dali.

Carlos António da Rocha

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