… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

11 de janeiro

C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
11 de janeiro

“E acontecerá que, quando Eu trouxer nuvens sobre a terra, aparecerá o arco nas nuvens.” (Gn 9:14, ACF, Pt)

Agora mesmo as nuvens são suficientemente abundantes, porém, não temos medo de que o mundo seja destruído por um (novo) Dilúvio. Vemos o arco-íris com a frequência suficiente para impedir-nos de ter tal medo. O pacto que o SENHOR fez com Noé permanece firme, e não temos dúvidas a esse respeito. Por que, pensamos então, que as nuvens da tribulação, que obscurecem agora o nosso céu, terminarão na nossa destruição? Mandemos embora semelhantes medos infundados e desonrosos.

A fé vê sempre o arco da promessa do pacto, sempre que os sentidos veem a nuvem da aflição. Deus tem um arco com o qual pode disparar as Suas flechas de destruição. Mas vede, está voltado para cima! É um arco sem flecha e sem corda; é um arco que está suspenso para amostra, que já não é usado para a guerra. É um arco de muitas cores que expressam esperança e amor, e não um arco da cor do sangue com o matar, ou negro com a ira. Tenhamos bom ânimo. Deus jamais obscurece tanto o nosso céu de maneira a deixar o Seu Pacto sem testemunho, e até se Ele o fizesse, nós confiaríamos nEle, uma vez que Ele não pode mudar, nem mentir, nem de modo algum, deixar de cumprir o Seu Pacto de paz. Até que as águas cubram a Terra outra vez, não teremos motivos para duvidarmos do nosso Deus.

 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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