… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

17 de janeiro

C. H. Spurgeon
Leituras Matutinas
17 de janeiro

“E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião.” (Ap 14:1, ARC, Pt)
O APÓSTOLO João teve o privilégio de olhar para dentro das portas do Céu, e, ao descrever o que viu, começa dizendo: “E olhei, e eis que estava o Cordeiro.” Isto ensina-nos que o principal objecto de contemplação no Céu é “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” Nenhuma outra coisa atraiu tanto a atenção do Apóstolo como a pessoa do Ser Divino, que nos redimiu com o Seu sangue. Ele é o tema dos cânticos de todos os espíritos glorificados e de todos os santos anjos. Cristão, aqui há júbilo para ti; tu hás olhado e hás visto o Cordeiro. Através das lágrimas os teus olhos hão visto o Cordeiro de Deus tirando os teus pecados. Regozija-te, então. Dentro de pouco tempo, quando as lágrimas dos teus olhos tiverem sido enxutas, verás o mesmo Cordeiro exaltado no Seu trono. Manter comunhão diária com Jesus é o regozijo do teu coração. Num grau maior, terás no Céu o mesmo regozijo. Desfrutarás da constante visão da Sua presença; viverás com Ele para sempre. “E olhei, e eis que estava o Cordeiro.”O Cordeiro é Ele mesmo o Céu, pois como diz Rutherford: “O Céu e Cristo são a mesma coisa.” Estar com Cristo é estar no Céu e estar no Céu é estar com Cristo. Aquele prisioneiro do Senhor escreve muito agradavelmente numa das suas cartas: “Oh meu Senhor Jesus Cristo, se eu estivesse no céu sem Ti, o Céu seria um inferno; e se eu estivesse no inferno Contigo, o inferno seria um Céu para mim, pois Tu és todo o Céu que eu desejo.” Cristão, isto não é verdade? Não diz o teu coração o mesmo?



“Nem todas as harpas no Céu
Podem fazer um lugar divino,
Se Deus, a Sua residência remove,
Ou apenas o Seu rosto esconde.”

Tudo o que tu necessitas para ser feliz, imensamente feliz, é “estares com Cristo.”


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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