… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

18 de janeiro



C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé

18 de janeiro

“Quando a Sua alma se puser por expiação do pecado, verá a Sua posteridade.” (Is 53:10, ARC, Pt)

Nosso SENHOR Jesus não morreu em vão. A Sua morte (expiatória) foi sacrificial: Ele morreu como nosso Substituto, porque a morte era o castigo pelos nossos pecados. E porque a Sua substituição foi aceite por Deus, Ele tem salvo aqueles por quem pôs a Sua vida em sacrifício. Pela morte fez-Se como o grão de trigo que dá muito fruto. Tem de haver uma posteridade de filhos para Jesus; Ele é “o Pai da eternidade.” Ele dirá: “ Eis-me aqui a Mim, e aos filhos que Deus Me deu.”

Um homem é honrado pelos seus filhos, e Jesus tem a Sua aljava cheia destas setas do valente. Um homem é representado nos seus filhos, e assim é representado Cristo nos Cristãos. A vida dum homem parece ser prolongada e aumentada na sua posteridade; e assim a vida de Jesus é continuada nos crentes.

Jesus vive, porquanto Ele vê a Sua posteridade. Ele fixa os Seus olhos em nós, Ele deleita-Se em nós, Ele reconhece-nos como o fruto do trabalho da Sua alma. Alegramo-nos porque o nosso SENHOR não deixa de gozar o resultado do Seu terrível sacrifício, e porque nunca deixará de regalar os Seus olhos na colheita da Sua morte. Esses olhos que uma vez choraram por nós, observam-nos agora com prazer. Sim, Ele considera aqueles que olham para Ele. Os nossos olhares encontram-se! Que júbilo isto nos traz!



 Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: