… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 21 de janeiro de 2017

21 de janeiro

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
21 de janeiro  DEVO LEMBRAR-ME DO QUE DEUS SE LEMBRA

“Assim diz o Senhor: Lembro-me de ti, da beneficência da tua mocidade …” (Jr 2:2, ARC, Pt)

Sou agora tão carinhoso com Deus, de uma maneira espontânea, como costumava ser? Ou só estou esperando que Ele me manifeste o Seu carinho? Tudo na minha vida enche o Seu coração de alegria ou constantemente me queixo porque as coisas não acontecem como eu quero? Uma pessoa que se esqueceu do que Deus guarda como um tesouro na Sua memória não poderá estar cheia de gozo. É maravilhoso recordar que Jesus Cristo tem necessidades que nós podemos suprir: “Dá-Me de beber...” (Jo 4:7). Quanto carinho Lhe demonstrei na semana passada? Tem a minha vida sido um bom reflexo da honra da qual Ele é digno?



Deus está dizendo ao Seu povo: “Agora já não estás apaixonado por Mim, mas Eu lembro-Me do tempo em que o estavas.” Ele também declara: “Lembro-me de ti e do amor do teu noivado …” (Jeremias 2:2 ACF). Estou tão cheio de um amor transbordante por Jesus Cristo como ao princípio, quando me apartei do meu caminho para Lhe demonstrar a minha devoção? Ele descobre-me rememorando os dias em que o meu único afeto era para Ele? É essa a minha situação atual, ou escolhi a sabedoria do homem acima do verdadeiro amor por Ele? Encontro-me tão apaixonado por Ele, que não tomo em consideração para onde Ele me guiará, ou aguardo para ver quanto respeito consigo, assim como meço a quantidade de serviço que Lhe devo conceder?



Quando recordo o que Deus recorda sobre mim, também é possível que comece a dar-me conta de que Ele não é o que Ele costumava ser para mim. Quando isto acontece, devo permitir a vergonha e a humilhação que se geram na minha vida, pois elas dão lugar à tristeza que é conforme à vontade divina e “a tristeza segundo Deus opera arrependimento ...” (2Co 7:10).




Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: