… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

25 de janeiro



C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
25 de janeiro

“(Ele - Deus) Olhará para os homens e dirá: Pequei e perverti o direito, o que de nada me aproveitou. Mas Deus livrou a minha alma de ir para a cova; e a minha vida verá a luz.” (Jb 33:27-28, ARC, Pt)

Esta é uma palavra de verdade, deduzida da experiência de um homem de Deus, e equivale a uma promessa. O que o SENHOR tem feito, e está fazendo, continuará a realizar enquanto o mundo se mantiver firme. O SENHOR receberá no Seu seio todos os que a Ele vierem com uma confissão sincera do seu pecado; de facto, Ele está sempre vigiando para descobrir alguém que sofra por causa das suas faltas.



Não podemos nós endossar a linguagem usada aqui? Não temos pecado, pecado pessoalmente, de tal maneira para dizermos: “Tenho pecado”? Não temos pecado voluntariamente, havendo pervertido o que é recto? Pecado, de modo a descobrirmos que não há ganho nisso, mas uma perda eterna? Vamos, então, a Deus com este reconhecimento honesto. Ele não pede mais. Nós não podemos fazer menos.



Apresentemos a Sua promessa em nome de Jesus. Ele livrará a nossa alma do abismo do Inferno, cuja boca está aberta para nos tragar; Ele nos concederá vida e luz. Por que desesperamos? Por que temos dúvidas ainda? O SENHOR não zomba das almas humildes. Ele diz a sério o que afirma. Os culpados podem ser perdoados. Aqueles que merecem uma execução podem receber um perdão imerecido. SENHOR, nós confessamos (os nossos pecados) e suplicamos-Te que nos perdoes!



 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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