… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

25 de janeiro



C. H. Spurgeon
Leituras Matutinas

25 de janeiro

“As benignidades do SENHOR mencionarei, e os muitos louvores do SENHOR, consoante tudo o que o SENHOR nos concedeu.” (Is 63:7, ARC, Pt)

E NÃO podes fazer tu o mesmo? Não experimentaste alguma vez as misericórdias de Deus? Ainda que agora estejas triste, podes esquecer-te daquela hora bendita quando Jesus te achou e te disse: “Vem a Mim”? Não podes recordar aquele glorioso momento quando Ele rompeu os teus grilos, quando lançou ao chão as tuas cadeias e te disse: “Vim para quebrar os teus grilhões e libertar-te”? Ou se o amor da tua adesão caiu no esquecimento, não haverá, por ventura, no caminho da tua vida algum marco precioso, no qual possas ler uma inscrição que te recorde a misericórdia que Jesus teve para contigo? O quê!, Nunca tiveste uma enfermidade semelhante à que estás sofrendo agora? E Ele não te curou? Nunca antes foste pobre? E Jesus não te supriu todas as tuas necessidades? Nunca antes estiveste em apuros? E Ele não te livrou? Levanta-te!, vai ao rio da tua experiência, arranca uns quantos juncos e faz com eles uma arca na qual a tua fé infantil possa flutuar em segurança sobre a superfície das águas. Não esqueças o que o teu Deus tem feito por ti. Folheia o livro da tua memória e considera os dias antigos. Não podes recordar o monte Mizar? Nunca o Senhor te encontrou no monte Hermon? Nunca subiste às Montanhas das Delícias? Nunca foste socorrido em momentos de dificuldade? Sim, tu tens experimentado estas coisas. Lança um olhar retrospectivo às preciosas bênçãos de ontem, e se os momentos pelos quais passas agora são obscuros, ilumina-os com as lâmpadas do passado, elas brilharão no meio das trevas e tu confiarás no Senhor até que o dia amanheça e as sombras fujam. Lembra-te, SENHOR, das Tuas misericórdias e das Tuas benignidades, porque são desde a eternidade.”




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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