… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

27 de janeiro


William MacDonald 
Um dia de cada vez
27 de janeiro
Aproveitem bem o tempo.” (Ef 5:16, BPT, Pt)


Numa época, quando a sociedade é cada vez mais alérgica ao trabalho, os Cristãos devem esforçar-se ao máximo em cada momento que transcorre. É pecado esbanjar e perder o tempo.

Não há época da história em que não ouçamos alçarem-se as vozes dos que testificam da importância do trabalho diligente. O próprio Salvador dizia, “Convém que eu faça as obras dAquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.” (Jo 9:4, ARC, pt)

Tomás de Kempis escreveu: “Nunca sejais folgazões ou estejais desocupados; lede, escrevei, orai ou meditai constantemente e ocupai-vos em algum trabalho útil para o bem comum.”

Quando se perguntou a G. Campbell Morgan sobre o segredo do seu êxito como intérprete da Palavra, respondeu: “Trabalhar, trabalhar duro, e trabalhar de novo!”

Nunca devemos esquecer que quando o Senhor Jesus veio ao mundo, trabalhou como carpinteiro. A maior parte da Sua vida passou-a na oficina de Nazaré.

Paulo fabricava tendas, e considerava-o como uma parte importante do seu ministério.

É um erro pensar que o trabalho é um resultado da entrada do pecado. Antes de que este penetrasse, Adão foi colocado no Jardim para que o cultivasse e guardasse (Gn 2:15). A maldição implicou trabalho duro e o suor que o acompanha (Gn 3:19). Até no Céu estaremos trabalhando, porque “os Seus servos O servirão.” (Ap 22:3)

O trabalho é uma bênção. Por meio dele encontramos satisfeita a nossa necessidade de criatividade. A mente e o corpo funcionam melhor quando trabalhamos diligentemente. Quando nos ocupamos em algo útil, desfrutamos de um maior amparo do pecado, porquanto “Satanás encontra alguma maldade para fazer com as mãos desocupados” (Isaac Watts). Thomas Watson disse: “A mandrice tenta o Maligno a tentar.” O trabalho honesto, diligente e fiel é uma parte vital do nosso testemunho cristão. Os resultados do nosso trabalho podem sobreviver quando nós morrermos. Como alguém disse: “cada um deverá prover-se a si próprio dalguma ocupação útil para quando o seu corpo jaza na tumba.” E William James dizia: “A melhor maneira como podemos empregar a nossa vida é utilizá-la em algo que sobreviva ou que dure mais do que ela.”




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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