… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

27 de janeiro

C. H. Spurgeon
Leituras Matutinas

27 de janeiro

“E todos nós recebemos também da sua plenitude.” (Jo 1:16, ARC, Pt)

Estas palavras dizem-nos que há uma plenitude em Cristo. Há uma plenitude de essencial Divindade, porque “nEle habita toda a plenitude da deidade.” Há uma plenitude de humanidade, pois nEle, corporalmente, aquela Deidade revelou-Se. Há no Seu sangue uma plenitude de eficácia expiatória, porque “O sangue de Jesus Cristo Seu Filho nos purifica de todo pecado.” Há na Sua vida uma plenitude de justiça que justifica, porquanto “Agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” Há no Seu rogo uma plenitude de divina superioridade, porque Ele “pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” Há na Sua morte uma plenitude de vitória, pois pela morte destruiu aquele que tinha o império da morte, ou seja, ao diabo. Há na Sua ressurreição uma plenitude de eficácia, porque por ela o Senhor “nos gerou de novo para uma viva esperança.” Há na Sua ascensão uma plenitude de triunfo, visto que Ele “Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens.” Há na verdade uma plenitude de bênçãos de toda a espécie e feitio. Uma plenitude de graça para perdoar, de graça para regenerar, de graça para santificar, de graça para preservar, de graça para aperfeiçoar. Há uma plenitude para todas as ocasiões: uma plenitude de consolo na aflição, uma plenitude de direção na prosperidade. Uma plenitude de todos os atributos divinos: de sabedoria, de poder, de amor. Uma plenitude que é impossível medir e muito menos explorar. “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nEle habitasse.” Oh, que plenitude será esta da qual todos recebem! Ali tem de haver, na verdade, plenitude, pois, apesar de que a corrente está sempre fluindo, o manancial cresce tão abundante, tão rico e tão completo como sempre. Vem, crente, e satisfaz todas as tuas necessidades; pede abundantemente e receberá com abundância, pois esta “plenitude” é inesgotável e está guardada onde todas as necessidades a podem alcançar, isto é, em Jesus, Emanuel, Deus connosco.





Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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