… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 28 de janeiro de 2017

28 de janeiro



Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras de
C. H. Spurgeon

28 de janeiro BATALHA NA GUERRA DA VIDA

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Porque o que faço, não o aprovo; pois, o que quero, isso não faço, mas o que aborreço, isso faço.” (Rm 7:14-15, ARC, Pt)

O que fiz foi olhar para Cristo na pequena capela e recebi vida eterna. Olhei para Jesus, Ele olhou-me e fomos um para sempre. Nesse momento a minha alegria ultrapassou todos os limites, assim como antes a pena me levou a um extremo de dor. Eu descansava perfeitamente em Cristo, estava satisfeito com Ele e o meu coração estava contente; mas eu não soube que a Sua graça era a vida eterna até que comecei a ler as Escrituras e a conhecer mais completamente o valor da jóia que Deus me tinha dado. No domingo seguinte fui à mesma capela e era muito natural que o fizesse. Mas depois disso nunca lá regressei, por esta razão: durante a minha primeira semana, a nova vida que estava em mim viu-se obrigada a lutar pela sua existência e eu, com todo o vigor, continuava travando um conflito com a velha natureza. Eu sabia que isto era um sinal especial da morada da graça na minha alma. Mas nessa mesma capela escutei um sermão: «Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?» (Rm 7:24, ARC, Pt), e o pregador declarou que Paulo não era cristão quando teve essa experiência. Eu, que era um bebé, tinha o conhecimento suficiente para não acreditar numa afirmação tão absurda. Este conflito é uma das evidências mais seguras do meu novo nascimento; a luta torna-se mais e mais intensa. Cada vitória sobre o pecado revela outro exército de tendências malignas e nunca sou capaz de embainhar a minha espada nem de cessar a minha oração e a minha vigilância.



A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Mc 1-2

Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: