… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 29 de janeiro de 2017

29 de janeiro



Oswald Chambers
My Utmost for His Highest


29 de janeiro COMO PODE ALGUÉM SER TÃO IGNORANTE!
“...Quem és, Senhor?...” (At 26:15, ARC, Pt)

“... Porque assim o Senhor me disse com uma forte mão ...” Is 8:11. Quando o Senhor fala não há escapatória. Ele sempre vem a nós utilizando a Sua autoridade e apoderando-se do nosso entendimento. Tens ouvido diretamente a voz de Deus? Se é assim, não podes entender mal a persistência íntima com a qual te tem falado. Deus expressa-Se no idioma que tu conheces melhor não por meio dos teus ouvidos, mas através das tuas circunstâncias.



Deus tem de destruir a nossa obstinada confiança nas nossas próprias convicções. Dizemos: “Eu sei que isto é o que deveria fazer”; e de repente a voz do Senhor fala-nos duma forma que nos domina por completo, revelando a profundidade da nossa ignorância. Manifestamos a nossa falta de conhecimento dEle na maneira como decidimos servi-Lo; servimos a Jesus num espírito que não é o Seu, ferimo-Lo pela defesa que apresentamos dEle; e pressionamos as Suas exigências no espírito do diabo. As nossas palavras soam bem, mas o espírito é o de um inimigo. “Voltando-se, porém, repreendeu-os, e disse: Vós não sabeis de que espírito sois”, (Lc 9:55). Em I Coríntios 13 descreve-se o espírito de nosso Senhor nos Seus discípulos.



Tenho estado perseguindo a Jesus pela determinação impaciente de servi-Lo à minha maneira? Se sinto que cumpri com o meu dever, mas se tenho ofendido o Senhor no processo, posso estar seguro de que esse não era o meu dever porque não o fomentou um espírito afável e aprazível, mas o espírito da minha satisfação pessoal. Nós presumimos que tudo o que seja desagradável é nosso dever! Acaso isso se parece em algo ao espírito de nosso Senhor? “... Deleito-Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu....” (Sl 40:8).



 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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