… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

31 de janeiro



Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
31 de janeiro  COMPREENDES A TUA CHAMADA?

“... Separado para o evangelho de Deus...” (Rm 1:1 ARC, Pt)

A nossa chamada principal não é para sermos homens e mulheres santos, mas sermos pregadores do Evangelho de Deus. A única coisa que é de suma importância é que o Evangelho seja reconhecido como a realidade duradoura. A realidade não é a bondade humana, nem a santidade, nem o céu, nem o inferno— É a redenção. Hoje em dia, a necessidade mais vital que o obreiro cristão tem é perceber esta realidade. Como obreiros, devemos acostumar-nos à revelação de que a redenção é a única realidade. A santidade pessoal é um efeito da redenção e não a causa dela. Se colocarmos a nossa fé na bondade humana, afundar-nos-emos quando vier a prova.



Paulo não disse que ele se separou a si mesmo, mas sim: “quando aprouve a Deus, que me separou...” (Gálatas 1:15). Paulo não se interessava demasiado com o seu próprio caráter. E enquanto os nossos olhos estão focados na nossa santidade pessoal, nós nunca jamais nos acercaremos da plena realidade da redenção. Os obreiros cristãos fracassam porque eles põem o seu desejo de santidade pessoal por cima do seu desejo de conhecerem a Deus. “Não me peças que me enfrente com a crua realidade da redenção em nome da imundície da vida humana que agora me circunda. O que eu quero é qualquer coisa que Deus possa fazer por mim para me fazer mais desejável perante os meus próprios olhos.” Falar dessa maneira indica que a verdade do Evangelho de Deus não tem começado a tocar-me e que não existe uma arrojada entrega ao Senhor. Deus não pode libertar-me enquanto o meu interesse se encontre somente no meu próprio caráter. Paulo não estava consciente de si mesmo. Estava entregue a Deus, sem medir as consequências, rendido totalmente, e separado por Ele para um propósitoproclamar o Evangelho de Deus (ver Rm 9:3).




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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