… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

31 de janeiro



C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
31 de janeiro
“O meu Deus me ouvirá.” (Mq 7: 7, ARC, Pt)

Os (nossos) amigos podem ser desleais, porém o SENHOR não Se alheará da alma piedosa; pelo contrário, Ele ouvirá todos os seus desejos. O profeta diz: “Daquela que repousa no teu seio, guarda as portas da tua boca. Os inimigos do homem são os da sua própria casa.” Este é um miserável estado das coisas; contudo, ainda em tal caso o melhor Amigo permanece fiel e podemos contar-Lhe toda a nossa dor.


A nossa sabedoria está em olharmos para o SENHOR, e não em altercarmos com homens ou mulheres. Se os nossos apelos carinhosos são desatendidos pelos nossos próprios parentes, esperemos no Deus da nossa salvação, porque Ele escutar-nos-á. Ele nos ouvirá mais ainda por causa da crueldade e opressão dos outros, e, logo, teremos razão exclamar: “Ó inimiga minha, não te alegres a meu respeito!”



Porque Deus é o Deus vivo, Ele pode ouvir; porque é um Deus amoroso, Ele ouvirá; porque Ele é o Deus do nosso pacto, é obrigado a ouvir-nos. Se cada um de nós pode falar dEle como “Meu Deus”, podemos dizer com absoluta certeza: “O Deus meu me ouvirá.” Aproxima-te, pois, coração ferido, e conta todas as tuas mágoas ao SENHOR teu Deus! Eu ajoelhar-me-ei em secreto, e interiormente murmurarei: «O meu Deus me ouvirá».




 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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