… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 11 de fevereiro de 2017

11 de fevereiro



C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé

11 de fevereiro
“Derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade e a minha bênção, sobre os teus descendentes.” (Is 44:3 ARC, Pt)


Os nossos queridos filhos não têm o Espírito de Deus por natureza, como podemos ver claramente. Vemos muita coisa neles que nos faz temer quanto ao seu futuro, e isto conduz-nos à oração agonizante. Quando um filho se torna especialmente perverso, clamamos com Abraão: “Oxalá Ismael viva diante de Ti.” Preferimos que as nossas filhas sejam como Ana, do que sejam imperatrizes. Este versículo deveria encorajar-nos muito. Vem depois das palavras: “Não temas, ó Jacob, servo Meu”, e bem pode desterrar os nossos temores.



O SENHOR dará o Seu Espírito; dá-Lo-á abundantemente, derramando-o; dá-Lo-á eficazmente, de tal forma que Ele será uma bênção real e eterna. Sob este derramamento divino, os nossos filhos apresentar-se-ão, e “Este dirá: Eu sou do SENHOR; e aquele se chamará do nome de Jacob.”



Esta é uma daquelas promessas a respeito das quais o Senhor quer a nossa oração. Não deveríamos nós, periodicamente, de uma maneira clara, orar pelos nossos descendentes? Nós não podemos dar-lhes corações novos, mas o Espírito Santo pode; e é fácil suplicar-Lho a Ele. O esplêndido Pai tem prazer nas orações dos pais e das mães. Temos algumas pessoas queridas fora da arca? Não descansemos até que elas sejam metidas connosco nela, pela própria mão do SENHOR.



 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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