… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

15 de fevereiro



C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
15 de fevereiro

“O SENHOR, que Se lembrou de nós; Ele nos abençoará.” (Sl 115:12, ARC, Pt)

Eu posso pôr o meu selo nessa primeira frase. Não o podes pôr tu também? Sim, o SENHOR tem-Se lembrado de nós, tem-nos provido, tem-nos consolado, tem-nos libertado e tem-nos guiado. Em todos os movimentos da Sua providência tem-Se lembrado de nós, sem nunca negligenciar os nossos assuntos insignificantes. A Sua mente tem estado cheia de nós — essa é outra forma de dizer que “Se lembrou”. Este tem sido o caso durante todo o tempo, e sem nenhuma interrupção. De qualquer maneira, em momentos especiais, temos visto mais claramente a Sua atenção, e quereríamos recordá-las nesta hora com gratidão a transbordar. Sim, sim, “o SENHOR lembrou-Se de nós.”



A frase seguinte é uma inferência lógica da anterior. Como Deus é imutável, Ele continuará lembrando-Se de nós no futuro, tal como O tem feito no passado; e que Ele nos lembre é equivalente a que nos abençoe. Mas, aqui temos nós não só uma conclusão da razão, mas também uma declaração da inspiração: temos isto sobre a base da autoridade do Espírito Santo — “Ele nos abençoará.” Isto quer dizer coisas grandes e inescrutáveis. O próprio carácter vago da promessa indica o seu alcance infinito. Ele abençoar-nos-á segundo o Seu próprio divino modo, e fá-lo-á para todo o sempre. Portanto, que cada um de nós diga: “Bendize, ó minha alma, ao SENHOR!”



 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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