… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 19 de fevereiro de 2017

19 de fevereiro



C. H. Spurgeon 
Livro de Cheques do Banco da Fé

19 de fevereiro

“Eu te afligi, mas não te afligirei mais.” (Na 1:12, ARC, Pt)

Há um limite para a aflição. Deus envia-a, e Deus a tira. Suspiras e dizes: “Quando acabará”? Recorda que as nossas dores acabarão segura e finalmente quando esta pobre vida terrestre terminar. Esperemos calmamente e suportemos pacientemente a vontade do SENHOR até que Ele venha.


Entretanto, o nosso Pai no Céu tirará a vara quando o Seu desígnio ao usá-la esteja plenamente completo. Quando Ele tiver escorraçado às chicotadas a nossa loucura, não haverá mais açoites. Ou, se a aflição é enviada para provar-nos, para que as nossas graças glorifiquem a Deus, ela acabará quando o SENHOR nos tenha conduzido a dar testemunho para o Seu louvor. Não queremos que a aflição se vá, enquanto Deus, ainda não tenha extraído toda a honra que possamos render-Lhe.



Hoje poderá haver “uma grande bonança.” Quem sabe quando essas ondas furiosas darão lugar a um mar de vidro e as aves marinhas pousarão sobre as ondas mansas? Depois de larga tribulação, o trilho levanta-se, e o trigo descansa no celeiro. Talvez que, dentro de poucas horas, estejamos tão alegres como estamos tristes agora. Para o SENHOR não é difícil mudar a noite em dia. Aquele que envia as nuvens, pode, também, facilmente aclarar o céu. Tenhamos ânimo. O futuro será melhor do que o passado. Cantemos, antecipadamente, aleluias!




 Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: