… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

2 de fevereiro


William MacDonald

Um dia de cada vez

2 de fevereiro
“Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.” (2Co 4:6, ARC, Pt)



“Deus resplandeceu...para iluminação.” Daqui aprendemos que não devemos acreditar que somos os terminais das bênçãos de Deus mas somente os canais. A expressão: “Deus resplandeceu”, refere-se à nossa conversão. Enquanto que na criação original (Deus Pai) mandou que a luz resplandecesse, na nova criação Ele mesmo resplandeceu em nossos corações.



Mas Ele fez isto não para que monopolizássemos de forma egoísta a maré das Suas bênçãos, mas sim para que o conhecimento da Sua glória na face de Jesus Cristo pudesse dar-se a conhecer aos outros por meio de nós.



De modo similar, Paulo falava de como Deus tinha revelado: “Seu Filho em mim, para que eu O pregasse entre os gentios...” (Gl 1:16, ACF, Pt).



Deus revela o Seu Filho em nós para que possamos dá-Lo a conhecer aos demais. Quando entendi a verdade disto, há alguns anos, escrevi na minha Bíblia:



“Se de Jesus só vissem,

o que veem em ti,

MacDonald, o que é que veem?”



Não é de surpreender-se que MacPherson dissesse: “A pregação é algo augusto, sublime e assustador, uma ação sobrenatural, a transmissão de uma Pessoa através de uma pessoa a uma companhia de pessoas, a Pessoa assim transmitida é o Jesus eterno.”



MacPherson ilustrava isto por meio de um incidente ocorrido quando o rei Jorge V do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte estava falando pela rádio e as suas palavras estavam sendo retransmitidas para a América do Norte. Um cabo muito importante quebrou-se na estação de New York, enchendo de pânico o pessoal. “Então Harold Vivien, um jovem mecânico viu naquele momento o que fazer. Agarrando com as suas mãos os extremos do cabo quebrado, sustentou-os com valentia, enquanto a corrente transmitia a mensagem real. A carga elétrica, que era de duzentos e cinquenta volts, sacudia o seu corpo, convulsionando-o dos pés à cabeça e causando-lhe dores consideráveis. Mas ele não afrouxou a mão. Resoluto e desesperadamente aferrou-se ao cabo até que as pessoas terminaram de escutar o rei.”



“Só canais, bendito Mestre,

Mas, com o Teu poder extraordinário

Fluindo através de nós

Possas usar-nos sempre diariamente.”




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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