… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

23 de fevereiro


Oswald Chambers
 My Utmost for His Highest
23 de fevereiro A DETERMINAÇÃO DE SERVIR
O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir ...” (Mt 20:28, ARC, Pt)


Jesus também disse: “...Eu, porém, entre vós, sou como aquele que serve” (Lc 22:27). A ideia que Paulo tinha acerca do serviço era a mesma que a de nosso Senhor: “… nós mesmos somos vossos servos, por amor de Jesus” (2Co 4:5). De certo modo nós temos a ideia de que a chamada de uma pessoa para o ministério é para que seja alguém diferente e seja superior às outras pessoas. Mas, de acordo com o que diz Jesus Cristo, ela é chamada para ser o “capacho” a favor de outros; chamada para ser o seu líder espiritual, mas nunca seu superior. Paulo disse: “Sei estar abatido …” (Fl 4:12). O seu conceito acerca do serviço era o de derramar a sua vida pelos outros, até à última gota. E se recebia louvores ou recriminações, não importava. Enquanto houvesse um ser humano que não conhecesse Jesus, Paulo sentia uma dívida de serviço para com essa pessoa até que O chegasse a conhecer. Mas a motivação principal por detrás do serviço de Paulo não era o seu amor pelos outros, mas o amor pelo Seu Senhor. Se a nossa consagração é por causa da humanidade, rapidamente seremos derrotados e quebrantados porque amiúde enfrentaremos muita ingratidão por parte das outras pessoas. Mas se somos motivados pelo nosso amor a Deus, nenhuma ingratidão poderá impedir que nos sirvamos uns aos outros.



O segredo da determinação de Paulo para servir as outras pessoas estava no seu entendimento pessoal acerca da maneira como Jesus Cristo tinha tratado com ele: “A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e opressor...” (1Tm 1:13). Por outras palavras, não importa que as outras pessoas tivessem tratado Paulo tão mal, nunca elas podiam havê-lo feito com o mesmo grau de rancor e ódio que ele tinha utilizado para tratar a Jesus Cristo. Logo que nos damos conta de que Jesus nos serviu até ao extremo da nossa mesquinhez, egoísmo e pecado, nada do que possamos receber das outras pessoas poderá esgotar a nossa determinação de servi-las por amor a Ele.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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