… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

3 de fevereiro




William MacDonald

Um dia de cada vez

3 de fevereiro


“E veio outro anjo, e pôs-se junto ao altar, tendo um incensário de ouro; e foi-lhe dado muito incenso, para o pôr com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro, que está diante do trono.” (Ap 8:3, ARC, Pt)

Cremos que o anjo a que se refere a passagem é o próprio Senhor Jesus. E o Seu ministério aqui enche-nos de conforto e de ânimo.



O que é que Ele está fazendo? Toma as orações de todos os santos, acrescenta-lhes o Seu precioso incenso e apresenta-as a Deus, o Pai.



Sabemos bastante bem que as nossas orações e louvores são muito deficientes. Não sabemos orar como deveríamos. Tudo o que fazemos está manchado com pecado, com falsos motivos e egoísmo.



“As horas mais puras que de joelhos passamos em oração,

As vezes que pensamos que Te agradaria o nosso louvor e canção,

Oh, Esquadrinhador de corações, sobre elas derrama o Teu perdão.”



Mas, antes de que a nossa adoração e intercessão cheguem a Deus, o Pai, passam através do Senhor Jesus, O Qual, depois de as aperfeiçoar, apresenta-as ao Pai, sem defeito. Então, acontece algo maravilhoso: Mistura incenso com as orações dos santos. O incenso fala da fulgurante perfeição da Sua Pessoa e obra. Isto é o que faz com que as nossas orações sejam eficazes.



Quão estimulante isto nos deve ser! Todos nós somos conscientes de quanto estragamos a oração. Espatifamos as regras da gramática, expressamo-nos de maneira pouco elegante e dizemos coisas que são absurdas doutrinalmente. Mas isto não deve desanimar-nos, continuemos orando. Temos um Grande Supremo Sacerdote que dirige e purifica todas as nossas comunicações com o Pai.



Mary Bowley captou esta verdade de forma poética, assim:



“Muito incenso se eleva

Até ao Seu eterno trono;

O Deus bondoso inclina-Se


Para ouvir cada débil gemido;

A toda oração e louvor

Cristo acrescenta o Seu doce perfume,

E o amor como incenso sobe

E estes aromas consome.”




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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