… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 4 de fevereiro de 2017

4 de fevereiro



Oswald Chambers

My Utmost for His Highest

4 de fevereiro O CONSTRANGIMENTO DA MAJESTADE DO SEU PODER
“O amor de Cristo nos constrange...” (2Co 5:14, ARC, Pt)

Paulo disse que estava dominado, submetido e sujeito como num torno, pelo “amor de Cristo.” Muito poucos de nós sabemos realmente o que significa sermos agarrados num apertão do amor de Deus. Com frequência, a nossa tendência é sermos controlados simplesmente pela nossa experiência pessoal. Mas a única coisa que tinha sujeito Paulo, com exclusão de todo o resto, era o amor de Deus. “O amor de Cristo nos constrange...” Quando tu escutas este som na vida de um homem ou duma mulher, não te é possível confundi-lo com algo mais. Tu sabes que o Espírito de Deus está obrando com plena liberdade na vida dessa pessoa.



Quando nascemos de novo pelo Espírito de Deus, o nosso testemunho apoia-se unicamente no que Deus tem feito por nós e com toda razão. Mas, o batismo no Espírito Santo elimina isso para sempre e então começamos a compreender o que Jesus quis dizer quando declarou: “ser-Me-eis testemunhas...”, Actos 1:8. Não testemunhas do que Ele pode fazer —este testemunho é básico e subentende-se— mas que sereis “Minhas testemunhas.” Aceitaremos tudo o que ocorra como se isso Lhe tivesse acontecendo a Ele, tanto se recebemos louvores ou vitupérios, perseguições ou elogios. Ninguém que não esteja totalmente constrangido pela majestade do Seu poder é capaz de assumir esta posição por Jesus Cristo. É a única importante, entretanto, é estranho que é a última coisa que os obreiros cristãos compreendem. Paulo disse que estava agarrado com firmeza pelo amor de Deus e por isso atuava como o fazia. Não lhe importava se as pessoas o qualificavam de louco ou são de espírito. Tinha uma só razão para viver— persuadir os homens do juízo vindouro de Deus e contar-lhes do “amor de Cristo.” Esta submissão total ao “amor de Cristo” é o único propósito que produzirá fruto na tua vida e sempre deixará o rasto da santidade e do poder de Deus, sem nunca chamar a atenção para a tua santidade pessoal.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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