… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 5 de fevereiro de 2017

5 de fevereiro




William MacDonald

Um dia de cada vez

5 de fevereiro


“Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos Teus propósitos pode ser impedido.”(Jb 42:2, ARC, Pt)

Nenhum propósito de Deus pode ser frustrado. O homem pode ser perverso, mas Deus tem os Seus caminhos. O homem tem sempre muito que dizer, mas Deus tem a última palavra. Salomão recorda-nos que: “Não há sabedoria, nem inteligência, nem conselho contra o SENHOR.” (Pv 21:30 ,ACF) Jeremias acrescenta o seu testemunho, dizendo assim: “É confirmado...todo pensamento de Jeová...” (Jr. 51:29).



Os irmãos de José decidiram desfazer-se dele, vendendo-o a um bando de midianitas . Mas tudo o que obtiveram com isso foi levar a cabo a vontade de Deus. Os midianitas levaram-no grátis ao Egito, onde mais tarde foi constituído como Primeiro-ministro e salvador do seu povo.



Quando aquele homem que tinha nascido cego recebeu a vista e confiou no Salvador, os judeus expulsaram-no da sinagoga. Foi esta uma grande vitória para eles? Não, porque Jesus tinha vindo precisamente tirá-lo dali, porque é o Bom Pastor que: “às Suas ovelhas chama pelo nome, e as traz para fora” (Jo 10:3).



Assim que tudo o que fizeram foi economizar-Lhe o esforço.



A maldade dos homens chegou à sua máxima expressão quando apresaram o Senhor Jesus e O mataram numa cruz. Mais tarde, Pedro recordou-lhes que Ele foi entregue pelo “determinado conselho e antecipado conhecimento de Deus” (At 2:23). Deus anulou o gigantesco crime ressuscitando Cristo e fazendo-O Senhor e Salvador.



Donald Gray Barnhouse contava a história de um rico latifundiário que tinha formosas árvores na sua propriedade rural. «Mas tinha um cruel inimigo pelo que certo dia disse para si, ‘cortarei uma das suas árvores e isso o magoará.’ Na escuridão da noite o inimigo deslizou sobre a cerca e foi à mais formosa das árvores, e serra e tocha na mão, começou a trabalhar. Quando apareceu a primeira luz da manhã viu à distância dois homens que vinham a cavalo pela colina, e reconheceu que um deles era o proprietário do imóvel. Apressadamente empurrou a cunha e deixou cair a árvore; mas um dos ramos aprisionou-o e projetou-o em terra, ferindo-o tão gravemente que morreu. Antes de exalar o seu último suspiro, dizia aos gritos: ‘Muito bem feito! Cortei a sua árvore mais formosa’, mas o proprietário da fazenda vendo-o, com lástima, disse-lhe: ‘Este homem que vem comigo é um arquiteto. Tínhamos planeado construir uma casa, e era necessário cortar uma destas árvores para fazer espaço; e é esta precisamente, na qual estiveste trabalhando toda a noite.’»

Tradução de Carlos António da Rocha

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