… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 5 de fevereiro de 2017

5 de fevereiro




C. H. Spurgeon

Leituras Matutinas

5 de fevereiro

“O Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.” (1Jo 4:14, ARC, Pt)

É AGRADÁVEL pensar que Jesus não veio ao mundo sem o consentimento, sem a permissão, sem a autoridade e sem a assistência do Seu Pai. Ele foi enviado pelo Pai para que fosse o Salvador dos homens. Somos demasiado propensos a esquecer que embora haja distinções quanto às pessoas na Trindade, não há distinções quanto à honra das mesmas. Atribuímos muito frequentemente a honra da nossa salvação, ou pelo menos a profundidade da sua benevolência, mais a Cristo Jesus do que ao Pai. Este é um grave erro. Não foi o Seu Pai quem O enviou? Se Jesus falou maravilhosamente, não foi o Seu Pai quem Lhe derramou graça nos Seus lábios para que Ele fosse feito um ministro capaz do novo pacto? O que conhece o Pai, o Filho e o Espírito Santo como deve conhecê-Los, ama-Os a todos Eles por igual; ele vê-os aos três em Belém, no Getesêmane e no Calvário, todos igualmente interessados na obra da salvação. Oh, Cristão, tens posto a tua confiança no Homem Cristo Jesus? Hás posto a tua fé só nEle? E estás unido a Ele? Então crê que estás também unido ao Deus do Céu. Pelo facto de que és para o Homem Cristo Jesus um irmão e tens com Ele íntima comunhão, tu estás unido ao Deus eterno, e o “Ancião de dias” é teu Pai e teu amigo. Alguma vez consideraste a profundidade do amor que havia no coração de Jeová (Deus), quando o Deus Pai preparou o Seu Filho para a grande empresa de misericórdia? Se não o tens feito, medita hoje nessa verdade. O Pai enviou-O! Reflete nesta declaração. Pensa como Jesus obrou o que o Pai desejava. Vê o amor do grande EU SOU nas feridas do agonizante Salvador. Que cada pensamento relacionado com Jesus seja também conectado com o Eterno, o Deus bendito para sempre, porquanto “Ao SENHOR agradou o moê-Lo, fazendo-O enfermar.”


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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