… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

6 de fevereiro




William MacDonald
Um dia de cada vez
6 de fevereiro
“E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.” (Tg 1:22, ARC, Pt)

Alguns têm a enganosa ideia de que se assistirem a reuniões, conferências e seminários estão fazendo a obra de Deus. Do púlpito e em todas partes se fala do que devemos fazer e, apesar disto, enganamo-nos frequentemente pensando que fazemos a Sua vontade. O que em realidade acontece é que aumentamos a nossa responsabilidade e enganamos a nós mesmos, pensando que somos espirituais quando, na verdade, somos muito carnais. Enganamo-nos ao supor que estamos crescendo espiritualmente quando a verdade é que estamos estancados e enganamo-nos imaginando que somos sábios quando somos pateticamente néscios.


Jesus disse que o homem sábio é aquele que escuta as Suas palavras e as cumpre. O homem néscio também as escuta, mas não as faz.


Não basta escutar um sermão e logo partir, dizendo: “Que mensagem tão maravilhosa.” O apropriado é dizer: “Farei algo com o que ouvi.” Um bom sermão não só ilumina a mente, aquece o coração e comove-nos, mas também provoca a vontade à acção.


Um domingo, certo pregador, interrompeu o seu sermão para perguntar à sua congregação qual era o nome do primeiro hino que tinham cantado essa manhã, e ninguém soube. Em seguida perguntou que passagem da Bíblia se tinha lido, mas ninguém pôde recordá-la. Perguntou que anúncios se deram, e um grande silêncio se fez no lugar. As pessoas estavam brincado às igrejas.


Antes de cada reunião, faríamos bem em colocarmo-nos estas perguntas: “A que vim? Estou disposto a que Deus me fale? E se me fala, obedecer-Lhe-ei?”


O Mar Morto ganhou justamente o seu nome pela entrada constante de águas sem ter uma saída correspondente. Na nossa vida, a informação sem aplicação conduz-nos ao estancamento. A pergunta persistente do Salvador urge: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazei o que Eu digo?”





Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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