… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

1 de fevereiro




C. H. Spurgeon

Leituras Matutinas

1 de fevereiro

“Cantarão os caminhos do SENHOR.” (Sl 138:5, ARC, Pt)

O TEMPO quando os cristãos começam a “cantar os caminhos do SENHOR” é quando eles primeiramente se livram da sua carga ao pé da Cruz. Nem mesmo os cânticos dos anjos parecem tão encantadores como o primeiro canto que brota do profundo da alma do filho de Deus que foi perdoado. Tu recordas-te, sem dúvida, como João Bunyan descreve isto. Ele diz que quando o pobre Peregrino deixou a sua carga ao pé da Cruz, deu três grandes saltos, e seguiu o seu caminho cantando:



“Bendita Cruz! Bendita Sepultura!

E mais bendito seja Quem morreu por mim!”



Crente, recordas o dia quando te caíram os teus grilhões? Recordas o dia quando Jesus te achou e te disse: “Com amor eterno te amei; desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados, como a nuvem; de todas as tuas transgressões que cometeste não haverá lembrança contra ti.” Oh! Que maravilhoso é o momento quando Jesus tira o castigo do pecado! Quando o Senhor perdoou os meus pecados, senti-me tão contente que mal pude conter o desejo de dançar. Pensava, enquanto me dirigia para casa do lugar onde o Senhor me tinha posto em liberdade, que era meu dever dizer até às pedras da rua a história da minha libertação. Tão cheia de gozo estava a minha alma, que desejava manifestar a cada floco de neve, que nesse momento caía do céu, o admirável amor de Jesus, que tinha removido por completo os pecados de um dos principais rebeldes. Mas não é só no princípio da vida Cristã que os crentes têm motivos para cantar. No curso das suas vidas acharão novos motivos para cantar ‘os caminhos do SENHOR’, e a experiência deles da Sua constante bondade manda que eles digam: “Louvarei ao SENHOR em todo o tempo; o Seu louvor estará continuamente na minha boca.” Não te esqueças, irmão, de magnificar hoje ao SENHOR.



“Enquanto trilhamos esta terra deserta

Novas misericórdias demandam novas canções.”



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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