… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

28 de fevereiro

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
28 de fevereiro CREDES, AGORA?

“… Por isso, cremos... Respondeu-lhes Jesus: Credes, agora?” (Jo 16:30-31, ARC, Pt)

Agora cremos. Mas Jesus diz: “Credes …? Eis que chega a horaem que vós… me deixareis só “ (Jo 16:31-32). Muitos obreiros cristãos têm deixado Jesus Cristo sozinho e puseram-se a trabalhar pelo sentido do dever ou porque, de acordo com o seu discernimento pessoal, percebem isso como algo necessário. Isto deve-se à ausência da vida nova que Jesus nos deu ao ressuscitar. A nossa alma desviou-se do contacto íntimo com Deus e apoia-se no seu próprio entendimento religioso (ver Pv 3:5-6). Isto não é um pecado deliberado e, portanto, não implica um castigo. Mas logo que uma pessoa se dá conta da maneira como se tem obstruído o seu entendimento de Jesus Cristo e se tem conduzido a incertezas, aflições e dificuldades, ela tem de retornar com vergonha e arrependimento.


Precisamos de confiar com maior profundidade na vida nova em Cristo do que fazemos agora. Devemos procurar continuamente o Seu conselho para tudo, em vez de tomar as nossas próprias decisões racionais e depois pedir-Lhe que as abençoe. Ele não pode abençoá-las, o que não depende da Sua soberania, pois essas decisões estão separadas da realidade. Se fazemos algo simplesmente pelo sentido do dever, estamos procurando conseguir viver segundo uma norma que rivaliza com o Senhor Jesus Cristo. Começamos a ser pessoas orgulhosas e arrogantes porque cremos saber o que fazer em cada situação. Havemos colocado o nosso sentido do dever no trono da nossa vida, em vez da vida eterna em Cristo. Não nos é dito para “andarmos na luz” da nossa consciência ou na luz do sentido do dever, mas para “andarmos na luz, como Ele na luz está…” (1Jo 1:7). Quando fazemos algo pelo sentido do dever, podemos justificá-lo aos outros por meio de argumentos. Mas quando o fazemos em obediência ao Senhor, não pode haver outra explicação, só a obediência. É por isso que um santo pode ser tão facilmente ridicularizado e incompreendido.




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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