… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 14 de março de 2017

14 de março


Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
14 de março RENDIÇÃO

“… Sois servos daquele a quem obedeceis...” (Rm 6:16, ARC, Pt)

A primeira coisa que devo estar disposto a admitir, quando começo a examinar o que me controla e domina, é que eu sou o único responsável por estar dominado por isso dessa maneira. Se sou escravo de mim mesmo, a culpa é minha porque em determinado momento do passado decidi render-me ao meu eu. Do mesmo modo, se obedeço a Deus deve-se a que em algum momento da minha vida eu me rendi a Ele.



Se um crente se rende ao egoísmo, ele verificará que ele é a tirania mais escravizante na terra. Não há poder na alma humana capaz de quebrar, por si mesmo, a escravidão de uma inclinação dessas que se formou ao ceder . Por exemplo, rende-te por um segundo a qualquer espécie de concupiscência e uma vez consumada a tua rendição, ainda que te aborreças por havê-lo feito, tornar-te-ás seu escravo. (Recorda a definição de concupiscência: “Eu devo ter isso agora”, quer se trate da concupiscência da carne ou da concupiscência da mente). Não há nenhuma forma de libertação possível através do poder humano, mas unicamente pela redenção. Deves render-te em completa humilhação ao Único que pode quebrar o poder dominante que haja na tua vida, ou seja, o Senhor Jesus Cristo “… ‘Ele’ me ungiu a proclamar liberdade aos cativos …”, (Lc 4:18 e Is 61:1)



Quando tu cedes a alguma coisa, logo te darás conta do enorme controle que exerce sobre ti. Mesmo que digas: “Oh, eu posso abandonar este vício sempre que eu queira!”, dar-te-ás conta de que não podes e que ele te domina completamente porque tu te entregaste voluntariamente a ele. É fácil cantar “Cristo quebra todas as cadeias” e ao mesmo tempo estar vivendo uma vida de evidente escravidão ao teu eu. Mas a rendição a Jesus quebrará toda a espécie de escravidão na vida de qualquer pessoa.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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