… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 31 de março de 2017

31 de março

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
31 de março DILIGÊNCIA OU HIPOCRISIA EM NÓS MESMOS?

"Se alguém vir pecar seu irmão, pecado que não é para morte, orará e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte." (1Jo 5:16, ARC, Pt)

Se não estamos atentos e não prestamos atenção à forma como o Espírito de Deus trabalha em nós, vamos tornar-nos uns hipócritas espirituais. Vemos onde outras pessoas estão falhando, e então tomamos o nosso discernimento e transformá-lo em comentários do ridículo e da crítica, em vez de transformá-lo em intercessão a favor delas. Deus revela-nos estas verdades sobre outras pessoas não pela argúcia da nossa mente, mas pelo discernimento direto do Seu Espírito.



Se não estamos atentos, ignoraremos completamente a fonte do discernimento que Deus nos tem dado, tornamo-nos críticos dos outros e esquecemo-nos que Deus diz, "... Orará e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte." Tem cuidado para que tu não te tornes um hipócrita gastando todo o teu tempo tentando persuadir os outros a restaurar a posição correta com Deus de preferência a adorá-Lo tu mesmo.



Uma das cargas mais subtis e ilusivas que Deus sempre coloca em nós como santos é este fardo de discernimento relativo a outras pessoas. Ele dá-nos discernimento para que possamos aceitar a responsabilidade por essas almas diante dEle e para que se forme em nós a mente de Cristo sobre elas (ver Fl 2:5). Devemos interceder, de acordo com o que Deus diz que nos vai dar, ou seja, "a vida para aqueles que não pecam para a morte." Não é que sejamos capazes de influenciar Deus com as nossas mentes, mas que nos demos conta acerca do ponto em que Deus é capaz de nos transmitir a Sua mente em relação às pessoas pelas quais intercedemos.



Pode Jesus Cristo ver a agonia da Sua alma em nós? Ele não pode, a não ser que estejamos tão intimamente identificados com Ele que temos a Sua visão acerca das pessoas por quem oramos. Que possamos aprender a interceder com todo o coração para que Jesus Cristo esteja completamente e esmagadoramente satisfeito connosco como intercessores!


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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