… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 20 de março de 2017

20 de março



Oswald Chambers

My Utmost for His Highest

20 de março AMIZADE COM DEUS
“Ocultarei eu a Abraão o que faço?” (Gn 18:17, ARC, Pt)
Os deleites da Sua amizade. Gn 18 apresenta o deleite de uma verdadeira amizade com Deus em contraste com um sentimento ocasional da Sua presença quando estamos orando. Esta amizade significa estar tão intimamente em contato com Deus que tu nunca precisas de pedir-Lhe para que te mostre a Sua vontade. É a evidência de um nível de intimidade que confirma que tu estás aproximando-te da fase final da tua disciplina na vida de fé. Quando estabeleces uma relação correta com Deus, tens uma vida de familiaridade, liberdade e gozo, és a vontade de Deus e todas as tuas decisões de bom senso são, na realidade, a Sua vontade para ti, a menos que tu sintas uma sensação de restrição causada por um estorvo no teu espírito. Tu és livre para tomar decisões à luz de uma amizade perfeita e deliciosa com Deus, sabendo que, se as tuas decisões estão erradas, Ele amorosamente produzirá aquela sensação de estorvo. Logo que Ele o faz, tu tens de parar imediatamente.

As dificuldades da Sua amizade. Por que desistiu Abraão de orar no momento que o fez? Ele desistiu porque ainda não tinha a intimidade suficiente na sua relação com Deus para continuar orando com empenho até que a sua petição lhe fosse concedida. Se pararmos a meio caminho e deixamos de orar, dizendo: “Bom, eu não sei... Talvez isto não seja a vontade de Deus”, então ainda nos falta uma etapa por percorrer. Isto revela que não conhecemos a Deus tão intimamente como Jesus O conheceu e como Jesus deseja que nós o façamos, “... Para que sejam um, como nós somos um …” (Jo 17:22). Pensa na última oração que fizeste. O teu empenho e o teu fervor foram para satisfazer os teus desejos, ou para Deus? Estavas decidido a obter uma dádiva do Espírito ou a conseguir agarrar o próprio Deus? “Porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes” (Mt 6:8). A razão para pedir é que podes chegar a conhecer melhor a Deus. “Deleita-te, também, no Senhor, e Ele te concederá o que deseja o teu coração” (Sl 37:4). Devemos continuar orando para obter um perfeito entendimento do próprio Deus.

Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: