… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 14 de março de 2017

14 de março


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
14 de março
“Como alguém a quem consola sua mãe, assim eu vos consolarei” (Is 66:13, ARC, Pt)

O consolo de mãe! Ah, é a própria ternura. Como ela compreende perfeitamente a mágoa do seu filho! Como o aperta contra o seu peito e procura colocar todas a sua dor no seu próprio coração! Ele pode contar-lhe tudo a ela, e ela sentirá compaixão como ninguém o poderá fazer. Dentre todos os consoladores, a criança preferirá sempre a sua mãe; e, igualmente, os homens adultos têm descoberto que isto é assim.

O SENHOR condescende em fazer o papel de uma mãe? Isto é, na verdade, bondade. Podemos perceber facilmente que Ele seja como um pai; mas, será Ele também como uma mãe (para nós)? Não nos convida isto a uma santa familiaridade, a uma confiança sem reservas, a um descanso sagrado? Quando Deus, Ele mesmo, Se torna “o Consolador” nenhuma angústia pode durar por muito tempo. Cada um de nós conte-Lhe a sua preocupação, ainda quando não achemos outra linguagem além de lágrimas e soluços. Ele não nos desprezará pelas nossas lágrimas; a nossa mãe não nos desprezaria. Ele considerará a nossa fraqueza como ela o faz, e ele porá de lado as nossas faltas, simplesmente de uma maneira mais certa e mais segura do que a nossa mãe poderia fazer. Não procuraremos levar sós a nossa dor; isso seria cruel para Alguém tão gentil e tão amável. Comecemos o dia com o nosso Deus amante, e, por que motivo não o havemos de terminar na mesma companhia, já que as mães não se cansam dos seus filhos?



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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