… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 11 de abril de 2017

11 de abril


Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras de
C. H. Spurgeon
11 de abril O REMÉDIO DIVINO

Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de que, estando arraigados e fundados em amor, possais perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.” (Ef 3:17-19, ARC, Pt)

A queda de Adão e a destruição da humanidade deram amplo espaço e margem suficiente para o amor todo-poderoso. Entre as ruínas da humanidade havia espaço para mostrar quanto o SENHOR amava os filhos dos homens, porque a circunferência do Seu amor não era menor que o mundo, e o objeto dele não menos que libertar os homens de cair no fosso, e o resultado dele não menos que encontrar um resgate para eles. O propósito transcendental desse amor era tanto negativo como positivo: que ao crer em Jesus os homens não perecessem mas, sim, tivessem vida eterna. A grave enfermidade do homem deu motivo à introdução desse remédio divino que só Deus poderia ter ideado e subministrado. Mediante o plano de misericórdia e do grande dádiva que se necessitava para levá-lo a cabo, o SENHOR encontrou os meios para mostrar o Seu amor ilimitado a homens culpados. Se não tivesse havido queda nem destruição, Deus nos teria mostrado o Seu amor como o faz aos espíritos puros e perfeitos que rodeiam o Seu trono, nunca poderia ter-nos apresentado o Seu amor na medida como o faz. Na dádiva de Seu Filho unigénito, Deus mostrou-nos o Seu amor, já que sendo nós ainda pecadores, no devido tempo, Cristo morreu pelos ímpios.




A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Rm 1-2

 Tradução de Carlos António da Rocha

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