… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 13 de abril de 2017

13 de abril


William MacDonald
Um dia de cada vez
13 de abril

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” (1Co 10:31, ARC, Pt)

Uma das melhores maneiras de pôr à prova a nossa conduta cristã é perguntarmo-nos se esta glorifica a Deus. Muito frequentemente empregamos a pergunta equivocada: "Há algo de mal nisto?" O que devemos perguntar é: "A minha conduta Glorifica a Deus?"

Antes de nos envolvermos em alguma atividade, devemos inclinar a nossa cabeça e pedir ao Senhor que por meio dela Deus seja glorificado. Se Deus não for honrado por ela, seria melhor não a levarmos a cabo.

Quiçá outras religiões fiquem satisfeitas com a ausência de mal na conduta. O cristianismo vai além do simplesmente negativo ou do claramente positivo. Keith L. Brooks dizia: "Se queres ser um cristão abençoado, deixa de buscar o que possa haver de mal nas coisas, e começa a procurar o bem. Se desejas uma vida feliz, lança a tua sorte entre aqueles que buscam o bem e não entre aqueles que buscam o mal que há nas coisas."

As coisas são inofensivas em si mesmas, mas podem chegar a ser um peso morto na carreira cristã. Não há lei que impeça que um corredor olímpico leve às costas 10 quilos de batatas na corrida dos 1500 metros planos. Pode levar as batatas, mas não poderá ganhar a prova. Assim se passa com o cristão. As coisas podem ser inofensivas, e, não obstante, converterem-se num obstáculo.

Quando perguntamos: "Há algo de mal nisso?" a nossa pergunta revela uma dúvida oculta. Nunca perguntamos acerca de atividades que são legítimas em si mesmos, tal como a oração, o estudo da Bíblia, a adoração, o testemunho ou o nosso trabalho diário.

Todo o trabalho honrado pode fazer-se para a glória de Deus. Por esta razão algumas amas de casa têm este cartaz sobre a pia das suas cozinhas: "Aqui se levam a cabo serviços divinos, três vezes ao dia"
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Sempre que houver dúvidas, podemos seguir o conselho da mãe de João Wesley: "Se desejas determinar a legitimidade de um prazer, segue esta regra: Tudo aquilo que debilita a tua razão, prejudica a sensibilidade da tua consciência, obscurece o teu sentido de Deus ou arrebata o entusiasmo das coisas espirituais; tudo aquilo que aumenta a autoridade do teu corpo sobre a tua mente, essa coisa é pecado."


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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