… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 15 de abril de 2017

15 de abril


C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé

15 de abril

“O desejo dos justos será concedido.” (Pv 10:24, ARC, Pt)


Porque é um desejo justo, Deus está disposto a concedê-lo. Não seria bom, nem para o próprio indivíduo envolvido, nem para a sociedade em geral, que uma promessa assim fosse feita aos injustos. Se guardamos os mandamentos do SENHOR, Ele terá em consideração, justamente, os nossos desejos.

Quando os justos anseiam coisas injustas, estas não lhes serão dadas. Aliás, estes não são os seus verdadeiros desejos; seriam os seus extravios ou os seus desatinos, e está bem que lhes sejam recusados. Os seus graciosos desejos virão diante do SENHOR, e Ele não lhes dirá que não.

O SENHOR, durante certo tempo, nega-nos as nossas petições? Que a promessa de hoje nos encoraje a pedir de novo. Tem-nos negado completamente (as nossas petições)? Constantemente Lhe daremos graças, porque o nosso desejo sempre foi que Ele nos negue o que pedimos, se Ele julgar que uma recusa é o melhor para nós.

Quanto a algumas coisas, pedimos com muita ousadia. Os nossos principais desejos são santidade, utilidade, semelhança com Cristo, e a (nossa) preparação para o Céu. Estes são os anelos da graça e não os da nossa natureza—são os anelos do homem justo e não os do homem natural. Deus não nos negará estas coisas, mas no-las dará em abundância. “Deleita-te também no SENHOR, e Ele te concederá o que deseja o teu coração.” Neste dia, minh’alma, pede abundantemente!


Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: