… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 21 de abril de 2017

21 de abril

 C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
21 de abril

“Ao SENHOR empresta o que se compadece do pobre, e Ele lhe pagará o seu benefício.” (Pv 19:17, ARC, Pt)

Devemos dar aos pobres movidos pela piedade. Não para sermos vistos nem aplaudidos e muito menos para ganharmos influência sobre eles; pelo contrário, temos de dar-lhes ajuda movidos por simples simpatia e compaixão.

Não devemos esperar receber de volta qualquer coisa dos pobres, e nem sequer gratidão; mas devemos considerar o que temos feito, como um empréstimo ao SENHOR. Ele encarregar-se da obrigação, e, se olharmos para Ele neste assunto, não devemos olhar para a outra parte envolvida. Que honra nos concede o SENHOR quando condescende a pedir-nos emprestado! Grandemente favorecido é o comerciante que tem o SENHOR registado nos seus livros de contabilidade. Seria uma lástima ter registado tal nome por uma miserável quantia; convertamo-la numa grande soma. Ajudemos a próxima pessoa necessitada que encontrarmos no nosso caminho.

Quanto ao reembolso (do empréstimo), mal podemos pensar nele, e, sem embargo, aqui temos a promissória assinada pela mão do SENHOR. Bendito seja o Seu nome, a Sua promessa de pagar é melhor de que o ouro e a prata. Estamos em apuros quanto ao dinheiro por causa da crise dos tempos? Podemos aventurar-nos, humildemente, a apresentar esta fatura no Banco da Fé. Tem sido algum dos nossos leitores [avaro] para com os pobres? Coitado! Que o Senhor lhe perdoe.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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