… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 22 de abril de 2017

22 de abril


William MacDonald
Um dia de cada vez
22 de abril

“Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” (Rm 10:9, ARC, Pt)

Este versículo, favorito de muitos, aponta duas verdades básicas que são muito difíceis de aceitar pelo homem caído, a encarnação e a ressurreição. Não pode haver salvação sem uma plena aceitação destas (duas) doutrinas e de tudo o que significam.

Primeiro, devemos confessar com a nossa boca que Jesus é o Senhor, isto é, que Aquele que nasceu no estábulo de Belém é nem mais nem menos do que Deus manifestado em carne. A deidade do Senhor Jesus é a pedra angular onde se apoia todo o plano da salvação.



Segundo, é vital que creiamos no nosso coração que Deus O levantou dos mortos, embora isto signifique mais do que o simples facto da Ressurreição. Isto inclui que o Senhor Jesus morreu na cruz como nosso Substituto. Pagou a pena que os nossos pecados mereciam. Suportou a ira de Deus que (nós) devíamos ter sofrido eternamente e por último, levantou-O da morte ao terceiro dia, como prova da inteira satisfação de Deus para com o sacrifício de Cristo pelos nossos pecados.


Quando O recebemos como Senhor e Salvador, a Bíblia assegura que somos salvos. Mas alguém poderia perguntar: “Por que se tem de confessar antes de crer? Não cremos primeiro e logo confessamos?”



No versículo 9 da Carta aos Romanos Paulo enfatiza a encarnação e a ressurreição, e dá-nos a ordem histórica em que ocorreram, a encarnação primeiro e a ressurreição trinta e três anos mais tarde.



No versículo que se cita a seguir destaca-se que o crer acontece antes de confessar. “Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se confessa para a salvação.” Aqui a ordem é a que tem lugar quando nascemos de novo. Primeiro, confiamos no Salvador para sermos justificados, e logo confessamos a salvação que já temos recebido.



É tal a naturalidade, a simplicidade e a candura com que o nosso versículo ensina esta assombrosa verdade que os meninos cantam livremente:



Romanos dez, nove,

É o meu versículo preferido;

Confessando a Cristo como Senhor,

Sou salvo pela graça divina;

Porque três são as palavras da promessa

Que em letras douradas brilham:

Romanos dez, nove.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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