… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 23 de abril de 2017

23 de abril

 C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
23 de abril

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte.” (Ap 2:11, ARC, Pt)


Temos de sofrer a primeira morte, a não ser que o SENHOR venha subitamente para o Seu templo. Para isto devemos estar preparados, esperando sem medo, já que Jesus transformou a morte, uma caverna terrível, numa passagem que conduz à Glória.

O que devemos temer não é a primeira, mas a segunda morte; não a separação da alma do corpo, mas a separação final do homem inteiro, de Deus. Esta é, de facto, a morte. Esta morte mata toda a paz, todo o gozo, toda a felicidade e toda a esperança. Quando perdemos Deus (na nossa vida), perdemos tudo! Tal morte é substancialmente pior que o cessar de existir: é a existência sem a vida que faz com que valha a pena viver a existência.

Agora, se pela graça de Deus lutarmos até ao fim, e vencermos na gloriosa guerra, a segunda morte não poderá pôr os seus dedos gélidos sobre nós. Não teremos receio da morte nem do Inferno, porque receberemos uma coroa de vida incorruptível. Como isto nos revigora para a peleja! A vida eterna vale bem uma vida de luta. Para escapar(mos) ao dano da segunda morte vale a pena lutar durante toda a vida.

SENHOR, dá-nos fé, para que possamos vencer, e, em seguida, concede-nos graça para continuarmos sãos e salvos, ainda que o pecado e Satanás persigam os nossos calcanhares!

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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