… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 24 de abril de 2017

24 de abril

 C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
24 de abril

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na Minha casa, e depois fazei prova de Mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.” (Ml 3:10, ARC, Pt)

Muitos lêem e rogam esta promessa sem prestarem atenção à condição em que a bênção é prometida. Não podemos esperar que o Céu seja aberto ou que a bênção seja derramada a menos que paguemos os nossos tributos ao SENHOR nosso Deus e à Sua causa. Não haveria falta de fundos para propósitos santos se todos os Cristãos professantes pagassem o seu justo quinhão.

Muitos são pobres porque roubam a Deus. Muitas igrejas, também, perdem a visita do Espírito, porquanto fazer passar fome aos seus ministros. Se não há alimento temporal para os servos de Deus, não nos admiremos se o seu ministério contiver pouco alimento para as nossas almas. Quando as missões anseiam por recursos e a obra do SENHOR é entravada por uma tesouraria vazia, como podemos esperar uma grande abundância de almas?

Vamos, por favor! O que tenho eu dado ultimamente? Tenho sido mesquinho para com o meu Deus? Tenho dado em quantidade excessivamente pequena ao meu Salvador? Isso não pode continuar. Que eu dê ao meu Senhor Jesus o Seu dízimo, ajudando os pobres e contribuindo para Sua obra, e, depois, provarei o Seu poder para me abençoar numa grande escala.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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