… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 27 de abril de 2017

27 de abril

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
27 de abril

“O SENHOR é Rei eterno.” (Sl 10:16, ARC, Pt)

JESUS CRISTO não é um despótico demandante do direito divino, mas Ele é real e verdadeiramente o Ungido do Senhor! “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nEle habitasse.” Deus deu-Lhe todo o poder e toda a autoridade. Como Filho do Homem, Ele é, agora, sobre todas as coisas, constituído como cabeça da igreja, e reina sobre o céu, a terra e o inferno, com as chaves da vida e morte postas em Seu cinto. Certos príncipes têm o máximo prazer em chamar-se a si mesmos reis por vontade popular, e, certamente, o nosso Senhor Jesus Cristo é isto na Sua Igreja. Se se votasse para determinar se Jesus deveria ser Rei na Igreja, todo o coração crente O coroaria. Oh que nós O coroemos mais gloriosamente do que o fazemos! A nenhum sacrifício que glorifique a Cristo nós deveríamos considerar supérfluo. Sofrer deveria ser um prazer; e perder, deveria ser ganho, se com isso pudéssemos rodear a Sua testa com coroas mais resplandecentes, e torná-Lo mais glorioso aos olhos dos homens e dos anjos. Sim, Ele reinará. Viva o Rei! Salve, Rei Jesus! Saíde, almas virgens que amais ao vosso Senhor, inclinai-vos aos Seus pés, juncai os Seus caminhos com os lírios do vosso amor e com as rosas da vossa gratidão. “Produzi o diadema real e coroai-O Senhor de tudo.” Além disso, o nosso Senhor Jesus é Rei em Sião por direito de conquista. Ele tomou por assalto e levou os corações de Seu povo, e matou os inimigos que o tinham em cruel escravidão. No Mar Vermelho do Seu próprio sangue, o nosso Redentor afogou o Faraó dos nossos pecados. Não será ele Rei em Jeshurun? Ele livrou-nos do jugo de ferro e da onerosa maldição da lei. Não será Ele coroado Libertador? Nós somos a Sua porção, que Ele arrebatou da mão dos amorreus com a Sua espada e com o Seu arco. Quem arrebatará a Sua conquista das Suas mãos? Salve, Rei Jesus! Nós alegremente reconhecemos o Teu pacífico governo! Governa, pois, em nossos corações para sempre, gracioso Príncipe de Paz.

Tradução de Carlos António da Rocha

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