… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

3 de abril



William MacDonald
Um dia de cada vez
3 de abril

“Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele.”(Pv 23:7, ARC, Pt)

A. P. Gibbs costumava dizer: “Não és o que pensas que és, mas o que pensas, isso és.” Isto significa que a mente é o manancial de onde flui a conduta. Controla a fonte e controlarás o que flui dela.

Portanto, o fundamental é controlar os pensamentos. Por isso Salomão dizia: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” (Pv 4:23, ARC, Pt) Aqui o coração é sinónimo da mente.

Tiago recorda-nos que o pecado tem a sua origem na mente (Tg 1:13-15). Se pensarmos muito tempo numa coisa, terminaremos fazendo-a.

Semeia um pensamento e colherás um ato
Semeia um ato e colherás um hábito. 
Semeia um hábito e colherás um caráter
Semeia um caráter e colherás um destino.

O Senhor Jesus enfatizou a importância dos pensamentos, ao equiparar o ódio com o assassinato (Mt 5:21-22) e o olhar ambicioso com o adultério (Mt 5:28). Também ensinou que não é o que o homem come o que o contamina, mas o que pensa (Mc 7:14-23).

Somos responsáveis pelo que pensamos já que temos o poder de controlá-lo. Podemos pensar em situações lascivas e provocadoras ou no que é puro e no que é como Cristo. Cada um de nós é como um rei. O império que governamos é a nossa vida pensante. Esse império tem um tremendo potencial para o bem ou para o mal. Somos nós próprios os que determinamos qual dos dois será.

De seguida, proponho algumas sugestões positivas que ajudarão quanto ao que podemos fazer.

Primeiro, ponhamos este assunto aos pés do Senhor em oração e digamos-Lhe: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.” (Sl 51:10, ARC, Pt)

Segundo, julguemos tudo o que pensamos considerando-o como aparece na presença de Cristo (2Co 10:5).

Terceiro, confessemos cada mau pensamento imediatamente e desprezemo-lo (Pv 28:13).

Em seguida, procuremos não ter a nossa mente vazia, em branco. Enchamo-la com pensamentos positivos e dignos (Fl 4:8).

Quinto, disciplinemo-nos acerca do que lemos, vemos e ouvimos.

Não se pode esperar termos pensamentos puros se alimentarmos a mente com sujidade e imundícies.

Finalmente, mantenhamo-nos ocupados para o Senhor. Quando a nossa mente está numa situação neutra, muitas fantasias desprezíveis procurarão entrar.



Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: