… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

3 de abril


Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
3 de abril SE TU CONHECESSES!”

Se tu conhecesses …. ao menos neste, teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos.” (Lc 19:42, ARC, Pt)

Jesus entrou triunfantemente em Jerusalém e a cidade foi agitada até aos seus alicerces, mas um deus estranho havia lá: o orgulho dos Fariseus. Este era um deus que parecia religioso e reto, mas Jesus comparou-o a “sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas, interiormente, estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia” (Mt 23:27, ARC, Portugal).

O que é que te cega para com a paz de Deus “neste teu dia ? Tens tu um deus estranho, que não é um monstro repugnante, mas talvez uma inclinação profana que governa a tua vida? Na minha vida, mais de uma vez, Deus pôs-me frente a frente com o deus estranho. Eu sabia que devia abandoná-lo, mas não o fiz. Passei através da crise escapando por um triz, apenas para me encontrar ainda sob o controle desse deus estranho. E estou cego para as coisas que são vantajosas para a minha própria paz. É uma coisa chocante que nós podemos estar no lugar exato onde o Espírito de Deus deveria chegar até nós sem impedimento, e ainda assim nós apenas pioramos a situação, aumentando a nossa culpa aos olhos de Deus.

Se tu conhecesses ...” As palavras de Deus aqui ferem diretamente o coração, e no fundo, vemos as lágrimas de Jesus. Estas palavras implicam a responsabilidade pelas nossas próprias faltas. Deus considera-nos responsáveis por aquilo que nos recusamos a ver ou que não somos capazes de ver por causa do nosso pecado. E “agora isto está encoberto aos teus olhos “, porque tu nunca Lhe rendeste completamente a sua natureza a Ele. Oh! Que tristeza profunda e sem fim pelo que “poderia ter sido”! Deus nunca mais abre portas que tenham sido fechadas. Ele abre outras portas, mas recorda-nos que há portas que nós fechamos, portas que não tinham necessidade de ser fechadas. Nunca tenhas medo quando Deus te recorde o teu passado. Deixa que a tua memória opere em ti. Ela atua como um ministro de Deus que te traz repreensão e tristeza. Deus vai transformar o que “poderia ter sido” numa lição maravilhosa de crescimento para o futuro.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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