… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 6 de abril de 2017

6 de abril



William MacDonald
Um dia de cada vez
6 de abril

Se alguém quiser fazer a vontade dEle, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se Eu falo de Mim mesmo.” (Jo 7:17, ARC, Pt)

Este versículo apresenta-nos uma promessa maravilhosa, que Deus está disposto a dar a conhecer a Sua vontade a qualquer pessoa que sinceramente queira conhecê-la.

Quando um pecador chega ao fim de si mesmo, e, no meio da sua angústia suplica: “Oh Deus, revela-Te a mim”, o Senhor não tarda em responder-lhe. Esta é a classe de oração que recebe sempre uma resposta ampla.

Numa certa ocasião, um ‘hippy’ que vivia numa cova no Sudeste dos Estados Unidos estava decidido a pôr fim à sua vida. Tinha procurado prazer no álcool, nas drogas, no sexo e no ocultismo. Mas, depois de provar tudo isto, sentia-se terrivelmente vazio e não podia encontrar saída para a sua miséria. Encolhido no fundo da cova, clamou do profundo da sua alma: “Oh Deus, se é que há Deus, revela-Te a mim, ou terminarei com a minha vida.”

Ainda não tinham passado nem dez minutos quando um jovem cristão que “casualmente” passava por aí, colocou a sua cabeça na boca da cova, viu o ‘hippy’ ermitão e disse-lhe: “Olá, importa-se de que lhe fale a respeito de Jesus?”

Já saberás o que aconteceu! O ‘hippy’ escutou as boas novas da salvação por meio da fé em Jesus Cristo. O Senhor perdoou-o, recebeu-o e deu-lhe uma nova vida. Depois de ele ter orado com todo o seu coração, Deus escutou-o e respondeu-lhe. Nunca ouvi de ninguém que orando dessa maneira ficasse sem a oportunidade de conhecer o Senhor.

Evidentemente, a promessa é, também, para os cristãos. Se um homem deseja conhecer sinceramente qual é a vontade de Deus para a sua vida, Deus mostrá-la-á. Se quer saber em que comunidade deve assistir, Deus mostrá-lo-á. Não importa qual seja a necessidade, Deus compromete-Se a satisfazê-la, se desejarmos supremamente conhecer a Sua vontade. O maior obstáculo que se interpõe entre nós e um verdadeiro conhecimento da mente de Deus é a nossa falta de desejo desesperado.



Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: