… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 10 de maio de 2017

10 de maio

C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
10 de maio
“O unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1:14, ARC, Pt)

CRENTE, tu podes testificar que Cristo é o unigénito do Pai, como também o primogénito dos mortos. Tu podes dizer: «Para mim, Ele é divino; mesmo que para todo mundo Ele seja humano. Ele fez por mim o que só Deus podia fazer. Ele submeteu a minha vontade teimosa, abrandou o coração de diamante, abriu portas de bronze e rompeu barras de ferro. Ele transformou o meu pranto em riso e a minha aflição em gozo; Ele levou cativo o meu cativeiro e fez regozijar o meu coração com gozo indizível e cheio de glória. Que outros pensem como querem dEle; para mim, Ele tem de ser o unigénito do Pai. Bendito seja o Seu nome! Ele é cheio de graça. Ah! Se Ele não o fosse, eu nunca teria sido salvo. Ele atraiu-me quando eu lutava para fugir da Sua graça; e, quando, por fim, me aproximei do Seu propiciatório, todo tremendo, como um réu condenado, Ele disse-me: ‘Os teus pecados, que são muitos, todos te são perdoados. Tem ânimo!’ E Ele é também cheio de verdade. As Suas promessas têm sido verdadeiras; nenhuma falhou. Testemunho que jamais um servo teve um Senhor como eu tenho; que jamais um irmão teve um parente como Ele tem sido para mim; que jamais uma esposa teve um marido como Cristo tem sido para a minha alma; que jamais um pecador teve um Salvador melhor do que Ele; que jamais um enlutado teve um consolador melhor do que Cristo tem sido para o meu espírito. Não quero ninguém além dEle. Na vida Ele é a minha vida e na morte Ele será a morte da morte. Na pobreza, Cristo é a minha riqueza; na enfermidade, Ele faz a minha cama; na escuridão, Ele é a minha estrela, e na claridade, Ele é o meu sol. Ele é o maná do campo no deserto, e Ele será o grão novo da hoste quando esta entrar em Canaã. Jesus é para mim todo graça e não ira; todo verdade e não falsidade; e, de verdade e de graça Ele está cheio, infinitamente cheio; Minh’alma, adora neste cair da noite, com toda a tua força ‘o Unigénito.’»


Tradução de Carlos António da Rocha

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