… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 17 de maio de 2017

17 de maio

Oswald Chambers

My Utmost for His Highest
17 de maio A SUA ASCENSÃO E O NOSSO ACESSO

“E aconteceu que, abençoando-os ele, se apartou deles, e foi elevado ao céu.” (Lc 24:51, ARC, Pt)

Não temos nenhuma experiência nas nossas vidas que corresponda aos eventos da vida de nosso Senhor, após a transfiguração. Daquele momento em diante a Sua vida foi totalmente vicária. Até ao momento da transfiguração, Ele exibiu publicamente a vida perfeitamente normal de um homem. Mas a partir da transfiguração para a frente —Getsêmane, a Cruz, a Ressurreição— tudo é pouco familiar para nós. A Sua Cruz é a porta pela qual cada membro da raça humana pode entrar na vida de Deus; pela Sua ressurreição, Ele tem o direito de dar a vida eterna a qualquer pessoa, e pela Sua ascensão, o nosso Senhor entrou no Céu, mantendo a porta aberta para a humanidade .


A transfiguração foi concluída no Monte da Ascensão. Se Jesus tivesse ido para o Céu diretamente do Monte da Transfiguração, Ele teria ido sozinho. Ele teria sido para nós nada mais do que uma Figura gloriosa. Mas Ele recusou a glória, e desceu a montanha para Se identificar com a humanidade caída.



A ascensão é o cumprimento pleno da transfiguração. O nosso Senhor regressou à Sua glória original, mas não simplesmente como o Filho de Deus— Ele voltou para o Seu pai como o Filho do Homem também. Existe agora liberdade de acesso direto para qualquer pessoa ao próprio trono de Deus por causa da ascensão do Filho do Homem. Como Filho do Homem, Jesus Cristo limitou deliberadamente a Sua omnipotência, omnipresença e omnisciência. Mas agora elas são Suas com poder absoluto e ilimitado. Como Filho do Homem, Jesus Cristo tem agora todo o poder no trono de Deus. Desde a Sua ascensão para a frente Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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