… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 19 de maio de 2017

19 de maio


Oswald Chambers

My Utmost for His Highest
19 de maio DA RUÍNA ME LEVANTAREI

“Quem nos separará do amor de Cristo?” (Rm 8:35, ARC, Pt)

Deus não mantém o Seu filho imune de problemas, Ele promete: Estarei com ele na angústia… (Sl 91:15, ARC, Pt). Não importa quão reais ou intensas possam ser as adversidades; nada o pode separar da sua relação com Deus. Em todas estas coisas, somos mais do que vencedores … (Rm 8:37, ARC, Pt ). Paulo não se estava referindo aqui a coisas imaginárias, mas a coisas que são perigosamente reais. E ele disse que somos super-vencedores no meio delas, não por causa do nosso próprio engenho, nem por causa da nossa coragem, mas porque nenhuma delas afeta a nossa relação essencial com Deus em Jesus Cristo. Sinto pena do Cristão que não tem alguma coisa nas circunstâncias da sua vida que ele desejasse que lá não houvesse.


A tribulação ...? A tribulação nunca é um bom acontecimento, nem muito bem-vindo; mas qualquer que ela possa ser— exaustiva, irritante, ou simplesmente causadora de alguma fraqueza— ela não é capaz de separar-nos do amor de Cristo Nunca permitas que as tribulações ou os cuidados deste mundo te afastem de te lembrar que Deus te ama (Mt 13:22, ARC, Pt).



Ou a angústia… ? Pode o amor de Deus continuar a manter-se com firmeza, mesmo quando tudo e todos ao nosso redor parecem estar dizendo que o Seu amor é uma mentira, e que não existe tal coisa como a justiça?



Ou a fome… ? Podemos nós não só crermos no amor de Deus, mas também sermos mais do que vencedores, mesmo enquanto estamos cheios de fome?



Ou Jesus Cristo é um enganador, tendo enganado até mesmo Paulo, ou então alguma coisa extraordinária acontece a alguém que se manter firme no amor de Deus quando as probabilidades estão totalmente contra ele. A lógica fica silenciada perante cada uma dessas coisas que vêm contra ele. Só uma coisa pode explicar isso— o amor de Deus em Cristo Jesus. Da ruína me levantarei de todas as vezes.




Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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