… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 21 de maio de 2017

21 de maio


C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas
21 de maio
“Há mantimento no Egito.” (Gn 42:2, ARC, Pt)

A fome fazia-se sentir em todas as nações e parecia inevitável que Jacob e a sua família teriam de sofrer grandes necessidades. Mas o Deus da providência, que nunca esquece os que são objeto da eleição Seu amor, havia provido um celeiro para o Seu povo, notificando os egípcios quanto à escassez e induzindo-os a armazenar o grão nos anos de abundância. Pouca ajuda Jacob esperava do Egito, mas, não obstante, ali estava armazenado o trigo para ele. Crente, conquanto aparentemente todas as coisas estão contra ti, descansa certo de que Deus tem uma reserva para ti. Na lista das tuas dores, há uma exceção. De uma maneira ou de outra Ele livrar-te-á e em qualquer parte Ele irá prover a favor de ti. O lugar de onde virá o teu socorro pode ser completamente inopinado, mas, indubitavelmente, nos momentos de apuro, a ajuda virá, e tu magnificarás o nome do SENHOR. Se os homens não te alimentarem, os corvos fá-lo-ão. Se a terra não te dá trigo, o céu dar-te-á maná. Por isso, anima-te e descansa tranquilo no Senhor. Deus pode fazer o Sol nascer no oeste, se Lhe agrade, e transformar a fonte da dor em canal de deleite. O trigo do Egito estava todo nas mãos do amado José; ele abria ou fechava os celeiros segundo a sua vontade. Assim também as riquezas da providência estão todas dentro do poder absoluto de nosso Senhor Jesus, que as repartirá generosamente pelo Seu povo. José estava bem provido para socorrer a sua própria família e Jesus não cessa de cuidar diligentemente dos Seus irmãos. O nosso dever é irmos em busca da ajuda que nos está provida: não nos devemos sentar desanimados, mas apressarmo-nos. A oração levar-nos-á logo à presença do nosso Irmão real. Uma vez diante do trono, nós só temos de pedir e obter. Os Seus celeiros não estão esgotados; há trigo ainda. O Seu coração não é duro, Ele dar-nos-á trigo. Senhor, perdoa a nossa incredulidade, e hoje à noite constrange-nos, para que tomemos em grande medida da Tua plenitude e recebamos graça por graça.


Tradução de Carlos António da Rocha

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