… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 5 de maio de 2017

5 de maio

Oswald Chambers

My Utmost for His Highest
5 de maio O JULGAMENTO E O AMOR DE DEUS

“Já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus ...” (1Pe 4:17, ARC, Pt)

O servo Cristão nunca deve esquecer que a salvação é ideia de Deus, não do homem; portanto, tem uma profundidade insondável. A salvação é o grande pensamento de Deus, não uma experiência. A experiência é simplesmente a porta através da qual a salvação vem para o nível consciente da nossa vida para que tenhamos conhecimento do que tem ocorrido num nível mais profundo. Nunca pregues a experiência— antes da experiência prega o grande pensamento de Deus. Quando pregamos, não estamos simplesmente proclamando como as pessoas podem ser salvas do inferno e serem convertidas em virtuosas e puras; estamos transmitindo as Boas Novas acerca de Deus.



Nas doutrinas de Jesus Cristo, o elemento do julgamento é sempre enfatizado— é o sinal do amor de Deus. Nunca concordes com alguém que acha difícil chegar a Deus, Deus não é o culpado. Não é para nós o imaginar a razão dessa dificuldade, mas apenas apresentar a verdade de Deus para que o Espírito de Deus revele o que está errado. A maior prova da qualidade da nossa pregação é que, de qualquer forma, ela leva todos ao julgamento. Quando a verdade é pregada, o Espírito de Deus faz vir cada pessoa cara a cara perante o próprio Deus.



Se Jesus, alguma vez, nos mandou fazer alguma coisa de que Ele não foi capaz de nos prover do necessário para a realizar, Ele seria um mentiroso. E se fazemos da nossa própria incapacidade um obstáculo ou uma desculpa para não sermos obedientes, isso significa que estamos dizendo a Deus que há alguma coisa que Ele ainda não tem levado em conta. Cada elemento da nossa própria autoconfiança deve ser condenado à morte pelo poder de Deus. O momento em que reconhecemos a nossa fraqueza e a nossa completa dependência dEle será o momento em que o Espírito de Deus vai mostrar o Seu poder.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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