… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 7 de maio de 2017

7 de maio

Oswald Chambers

My Utmost for His Highest
7 de maio EDIFICANDO PARA A ETERNIDADE

“Pois, qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?” (Lc 14:28, ARC, Pt)

Nosso Senhor não Se estava referindo aqui a um custo que temos de calcular, mas a um custo que Ele já tinha calculado. O custo foram aqueles trinta anos em Nazaré, aqueles três anos de popularidade, escândalo, e o ódio, a agonia incomensurável que Ele experimentou no Getesêmane, e a furiosa investida contra Ele no Calvário— o ponto central sobre o qual gitam tanto o tempo como a eternidade. Jesus Cristo calculou o custo. Em última análise, as pessoas não se vão rir dEle e dizer: Este homem começou a edificar, e não pôde acabar (Lc 14:30, ARC, Portugal).



As condições do discipulado dadas a nós por nosso Senhor nos versículos 26, 27 e 33 significam que os homens e mulheres que Ele vai usar nas Sua poderosas obras de construção são aqueles em quem Ele tem feito tudo. Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. (Lc 14:26, ARC, Pt). Este versículo ensina-nos que os únicos homens e mulheres que nosso Senhor vai usar em Suas obras de construção são aqueles que O amam pessoalmente, apaixonadamente, e com grande devoção— aqueles que têm um grande amor por Ele que vai muito para além de qualquer um dos relacionamentos mais íntimos da Terra. As condições são estritas, porém elas são gloriosas.



Tudo o que edifiquemos será inspeccionado por Deus. Quando Deus nos inspeciona com o Seu exame minucioso, e fogo purificador, detectará Ele que nós edificámos os nossos próprios edifícios sobre o fundamento de Jesus? (Ver 1Co 3:10-15). Estamos vivendo numa época de grandes empreendimentos, um tempo em que estamos tentando trabalhar para Deus, e é aí que está a armadilha. Falando com profundidade, nós nunca podemos trabalhar para Deus. Jesus, como o Chefe da construção, encarrega-Se de nós para que Ele possa dirigir-nos e controlar-nos completamente para os Seus empreendimentos e para os Seus planos de construção, e ninguém tem o direito de Lhe perguntar onde será colocado para trabalhar.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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